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24 de jul de 2011

Curso Básico de Educação para o Trânsito de Crianças e Adolescentes.


Carga Horária: 16 horas.

Objetivos
Proporcionar a aquisição de conhecimentos sobre conteúdos, métodos e técnicas educativas de trânsito, para o desenvolvimento de aulas, palestras, campanhas educativas e demais atividades destinadas ao público infanto / juvenil.

Programa do Curso
·         Educação para o trânsito e aprendizagem.
·         Trânsito e Valores.
·         Educação de trânsito para crianças e adolescentes.
  •  Por que, o que, quem e como educar para o trânsito.
  •  Literatura, contação de histórias, fantoches e vídeos.
  •  Desenho, brincadeira, música e vivência.
  •  Como elaborar e trabalhar com paródias educativas para o trânsito.
·         Educação para o trânsito na escola.
  • Educação para o Trânsito na Educação Infantil e no Ensino Fundamental.
  • O trânsito como tema transversal na escola.
  • Educação para o Trânsito no Ensino Médio.
 
Metodologia e Recursos Educativos: Dinâmicas individuais e de grupo, exposição de motivos, exemplificação, slides, imagens, músicas, vídeos, exercícios práticos e muito mais.

Tamanho da turma: Até 50 participantes.

Veja como foram os cursos em:

Docente
IRENE RIOS, Mestranda em Educação; Especialista em Ambiente, Gestão e Segurança de Trânsito e em Metodologia de Ensino; Professora universitária de Educação para o Trânsito, Campanhas Educativas de Trânsito e Educação de Trânsito para Crianças e Adolescentes; Autora de artigos e livros na área de Educação para o Trânsito.

Os participantes receberão certificado de participação.

Empresa
EDUTRANEC – Educação para o Trânsito e Eventos Culturais Ltda. Me.
CNPJ: 11.112.468/0001-94
Rua João Stahelin, 2359 - Cep: 88.125-000 Bairro: Boa Parada Município: São Pedro de Alcântara - SC
Fone: (48) 3246-8038 - Email: treinamentos@edeutranec.com

Curso de Educação para o Trânsito, com Irene Rios, realizado em Rio Verde - Goiás


Agentes de trânsito fazem curso

Objetivo é aprimorar qualificação dos servidores

Os agentes de trânsito da Superintendência  Municipal de Trânsito (SMT) participam de hoje, 18 de julho, até o próximo dia 20 de curso de “Educação para o Trânsito de Qualidade”. Ministrado no Sest/Senat pela renomada palestrante Irene Rios (especialista em Ambiente, Gestão e Segurança de Trânsito e em Metodologia de Ensino), o curso tem como principal objetivo aprimorar a qualidade do serviço prestado pela SMT.

De acordo com o agente de trânsito Bonifácio, o curso trará uma melhoria no atendimento ao cidadão por parte dos agentes da SMT. A intenção é aprimorar o processo de educação continuada dos condutores de veículos e pedestres. 


Fotos do Curso





Simulações de Abordagens Educativas





Coreografias e Dramatizações




1º Fórum Paulista de Prevenção de Acidentes de Trânsito e Transportes


O I Fórum Paulista de Prevenção de Acidentes de Trânsito e Transportes acontece no dia 24 de agosto, em São Paulo, promovido pelo Cedatt (Conselho Estadual para Diminuição de Acidentes de Trânsito e Transportes).

O evento é aberto e gratuito, reunindo representantes de diversos segmentos da economia e sociedade, 21 especialistas em áreas simultâneas ao tema, que se dividirão entre as cinco mesas-redondas.

Entre os principais aspectos do evento, está o diálogo com as empresas e entidades públicas e privadas - interessadas em colaborar para a diminuição dos acidentes nas rodovias e vias urbanas. “O objetivo das temáticas abordadas é a conscientização de todos para que possamos chegar aos índices exigidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para um trânsito mais seguro”, segundo Fabio Racy, secretário-executivo do Cedatt.

Além das mesas-redondas, serão apresentadas as peças publicitárias da nova campanha de prevenção de acidentes do Cedatt e a assinatura do termo “Compromisso pela Preservação da Vida” – a ser firmado com empresários e associações sensíveis ao tema.

PROGRAMA

9h
CREDENCIAMENTO e CAFÉ

9h30
ABERTURA
Secretário Estadual de Logística e Transportes, demais autoridades presentes
"Compromisso empresarial pela preservação da vida" – Secretário Executivo do CEDATT, Fabio Racy

10h
MESA REDONDA 1 - 60 min
"A mídia e a comunicação na construção de um trânsito mais seguro"
Moderação:    Clube de Criação (a confirmar)
Participantes: CONAR (a confirmar), Ministério Público e Comunicador J. Pedro –
                       Programa VOLVO de SEGURANÇA
PERGUNTAS:   10 min

11h10
INTERVALO - CAFÉ

11h30
MESA REDONDA 2 - 60 min
"A responsabilidade social e ações pró-ativas na cadeia de bebidas"
Mediação:       Portal Universia / (Santander) –  a confirmar
Participantes: ABRABE ou DIAGEO (J. Walker) – a confirmar –, Sindicato dos Bares e
                       Restaurantes do Estado de S. Paulo (a confirmar), Fundação Thiago
                       Gonzaga, SINDCERV (a confirmar)
PERGUNTAS:   10 min

12h40
APRESENTAÇÃO - 20 min
Nova campanha publicitária CEDATT

13h
ALMOÇO - 80 min

14h20
MESA REDONDA 3 - 45 min
"Impactos na saúde: custos sociais e financeiros dos acidentes"
Moderação:     Ailton Brasiliense, Presidente da ANTP
Participantes:  ABRAMET - Dr. Mauro A. Ribeiro, Presidente
                       Representante da OMS no Brasil: Década Mundial
                       de Prevenção de Acidentes
PERGUNTAS:   10 min

15h20
MESA REDONDA 4 - 60 min
"A responsabilidade social e ações pró-ativas de segurança na cadeia automotiva"
Moderação:     AEA
Participantes: ABRACICLO, ANFAVEA e SINDIAUTO-MOTO ESCOLA
PERGUNTAS:   10 min

16h40
MESA REDONDA 5 - 60 min
"Ações de segurança em prol da segurança rodoviária"
Moderação:    ALL TV (a confirmar)
Participantes: ABCR, NTC&Logística, CPRV e SETPESP
PERGUNTAS:  10 min

17h50
CONSIDERAÇÕES FINAIS: Autoridades presentes / Governador (a confirmar)
Assinatura do Termo de Compromisso pela Preservação da Vida

18h10
COQUETEL DE ENCERRAMENTO

Clique aqui para fazer a sua inscrição neste evento gratuito.

LOCAL
Auditório do Instituto de Engenharia (IE)*
Av. Dr. Dante Pazzanese, 120 - Vila Mariana - São Paulo
Mapa para localização
* Estacionamento pago no local

Fonte: http://www.transportes.sp.gov.br/cedatt/inscricao/forum.html - Acesso em 24/07/2011

“O tempo é um elemento importante quando falamos em trânsito “

por Daniela Schwalb Fucio - Assessoria de Imprensa Perkons

Nesta entrevista concedida a Perkons, o psicólogo Fábio de Cristo fala sobre a relação da psicologia com o trânsito e avalia o comportamento das pessoas. Ele é doutorando em psicologia na Universidade de Brasília. Como pesquisador do Laboratório de Psicologia Ambiental, desenvolve estudos sobre o comportamento no trânsito. Além disso, ele escreve no blog Psicologia e Trânsito (http://colunas.digi.com.br/author/fhvcs/) e administra o Portal de Psicologia do Trânsito (www.portalpsitran.com.br).

 Perkons - Na sua opinião, qual a maior contribuição da psicologia ao trânsito? 
Fábio de Cristo - São várias as contribuições da psicologia, no Brasil e no mundo. De maneira geral, a psicologia tem buscado compreender muitos dos comportamentos no trânsito e os processos psicológicos associados, colaborando com temas socialmente relevantes relacionados à (in)segurança no trânsito (exemplo, infrações e acidentes) e à qualidade de vida urbana (medidas de gerenciamento de tráfego e promoção de transportes sustentáveis).
 
Perkons - Nos dê exemplos! 

FC - Além de atuar no processo de habilitação de condutores, alguns psicólogos têm colaborado junto a coordenações do DENATRAN (Qualificação do Fator Humano no Trânsito), câmaras temáticas do CONTRAN (Câmara Temática de Saúde e Meio Ambiente) e na direção de órgãos municipais e estaduais de trânsito. A psicologia também tem contribuído na produção de conhecimentos científicos e na formação de outros profissionais do trânsito (instrutores e diretores de autoescolas). Espero que nos próximos anos possamos contribuir mais na elaboração e implementação de políticas públicas de trânsito e transporte.
 
Perkons - Você esta fazendo doutorado no Laboratório de Psicologia Ambiental da UNB. O que você está estudando dentro do tema trânsito?

FC - Estou estudando o hábito de dirigir automóvel. Além pesquisar formas de medi-lo, estou interessado em avaliar a influência da percepção da qualidade da infraestrutura de transporte na manutenção desse hábito. Espero colaborar cientificamente com o debate sobre a redução do uso do automóvel nas cidades e a melhoria dos transportes públicos. O Brasil deverá discutir melhor essas questões tendo em vista os intensos problemas atuais de congestionamentos.
 
Perkons - Em sua opinião, como deveriam ser as campanhas educativas para estimular um comportamento mais seguro no trânsito?

FC - A elevada quantidade de automóveis e o aumento da potência dos motores têm exigido de nós algo mais do que conhecimentos de como manobrar o veículo, por exemplo, a habilidade de conviver com muitas pessoas, o que não era tão exigido antigamente. As campanhas devem ampliar o foco de intervenção; devem caminhar do simples controle dos veículos para o controle da nossa vida; estimular o conhecimento das nossas limitações e potencialidades para agir coletivamente. Isso nos levará a um trânsito mais harmonioso.
 
Perkons - Por que é difícil controlar as emoções no trânsito?

FC - O tempo é um elemento importante quando falamos em trânsito. Recentemente, uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) identificou que 35% dos brasileiros percebem que a rapidez é a principal característica de um bom transporte. Queremos chegar rápido nos lugares, queremos nos deslocar rápido até um compromisso para, logo em seguida, ir a outro. Mas, e quando não conseguimos a rapidez esperada? Em muitos casos, nos comportamos inadequadamente pela pressão que o tempo exerce na organização das nossas atividades.
 
Perkons - Que dicas você costuma dar para que as pessoas aprendam a se controlar na direção e fazer a razão falar mais alto que a emoção? 

FC - Um desafio para o moderno treinamento de motoristas é o desenvolvimento da nossa capacidade de nos autoavaliarmos a fim de controlarmos nossas emoções e impulsos. No trânsito, encontramos situações que exigem de nós conhecimentos, habilidades e atitudes que, muitas vezes, não encontramos em outro ambiente, por exemplo: ter paciência com o carro da frente, acelerar e frear logo em seguida em outro semáforo, controlar os pensamentos que desviam a atenção etc. E quase tudo isso ao mesmo tempo. Em algum momento, é natural que as nossas emoções se aflorem, especialmente nas ocasiões nas quais percebemos que a nossa vida está em risco e/ou acreditamos ter sido injustiçados após a conduta de algum motorista. A autoavaliação, portanto, nos dará elementos para analisar as situações e as nossas habilidades para lidar com ela e decidir sobre como se comportar adequadamente.

Prudência virou sinônimo de inferioridade

    Antropólogo afirma que condutores consideram o automóvel superior ao pedestre.
 
    ''A cautela é inimiga do motorista brasileiro, quando na verdade deveria ser a melhor amiga dos condutores em um trânsito que se encontra cada vez mais congestionado nas grandes cidades. Para muitos motoristas, que se acham barões e poderosos, a prudência significa que você é um subordinado, um inferior.'' 
 
    Para o antropólogo Roberto da Matta, os condutores brasileiros consideram o automóvel superior ao pedestre e às regras de trânsito. ''O que desconforta os motoristas no trânsito é a igualdade. Obedecer a lei é para quem tem carro velho e não para quem anda em um veículo luxuoso, com câmbio automático e banco de couro'', critica. 
 
    Da Matta, que é autor de livros como Fé em Deus e Pé na Tábua e Como e Por que Você Enlouquece Dirigindo no Brasil, explica que o trânsito reproduz valores de uma sociedade moderna, mas atrelada ao passado. Ele participou em Porto Alegre da 2ª Conferência Estadual de Trânsito, promovida pelo Instituto dos Advogados do Rio Grande do Sul (Iargs). 
 
    Para o antropólogo, o comportamento do jovem no trânsito tem a ver com o tema desenvolvido no livro Fé em Deus e Pé na Tábua, ou seja, parte da ideia de que o jovem tem propensão a se arriscar mais e se achar mais invunerável. De acordo com Da Matta, quando o estudante passa no vestibular, acontece a grande tragédia da sua vida: ele ganha um carro novo de presente. ''Depois os pais vão enterrar este menino e o veículo vira lata velha'', acrescenta. Ele acha que é preciso que os pais discutam temas como o respeito às regras de trânsito e a mistura trágica de álcool e direção no momento em que um filho recebe um veículo de presente. 

    Jornal do Comércio - O comportamento dos motoristas no trânsito está relacionado com a vida agitada de hoje?
 
    Roberto da Matta - No caso do Brasil, sim e não. Quando você combina vida agitada com imprudência e agressividade nas grandes cidades, você arrebenta com todo o processo, porque o risco de acidentes de trânsito aumenta consideravelmente. Não estamos preparados para os conflitos do mundo da rua. Dentro do automóvel, para alguns motoristas, existe uma hierarquia que foi trazida de casa e que ainda não foi desmontada. Ou seja, não temos no Brasil educação para o respeito ao indivíduo. O que causa desconforto nos condutores é a igualdade no trânsito. 

    JC - Por que no trânsito acontecem tantos episódios de violência?
 
    Da Matta - Porque a sociedade brasileira é violenta e durante muitos anos viveu de maneira violenta. O Brasil tinha escravos, uma questão totalmente desumana. A sociedade está embebida em uma cota de violência que a gente nunca discutiu. A gente inventou uma violência de burgueses contra proletários que não existiu, quando na realidade a violência maior era o empregado doméstico e o escravo trabalhando nas grandes fazendas. Isso quando é projetado para dentro dos veículos motorizados resulta em situações de agressividade no trânsito. Na realidade, falta civilidade no trânsito, o que acaba gerando um comportamento universalista dos motoristas.

    JC -  Em Porto Alegre, um bancário atropelou um grupo de ciclistas que realizava um passeio pela cidade. Como explicar esse ato do motorista?
 
    Da Matta - É o surto autoritário do condutor. O bancário surtou como os motoristas que ficam buzinando, como os que ficam irritados com o cara que acha que te fechou, com o condutor que não deu passagem ou com o pedestre que não andou mais depressa que o motorista queria. Os ciclistas naquele momento não eram seres humanos para o bancário, eram, quem sabe, mosquitos. É um episódio muito triste, mas que deve ser sempre relembrado e tomado como exemplo daquilo que não pode ser feito no trânsito. Está na hora de o governo federal introduzir nos currículos das escolas uma disciplina que aborde o respeito ao outro no trânsito. Além disso, é fundamental mostrar aos estudantes, através de campanhas, o máximo de acidentes para formarmos cidadãos mais conscientes.  
 
    JC - Por que é tão difícil a relação motorista/pedestre?
 
    Da Matta - Em princípio uma pessoa está protegida e a outra não está. Além disso, ambos não seguem as regras. Se seguissem as regras, não teríamos tantos problemas no trânsito. Não podemos ter um trânsito civilizado e seguro se você não segue a regra da igualdade, ou seja, cada um tem que esperar a sua vez. No entanto, pedestres e motoristas não têm paciência para fazer isso. Dirigimos de maneira agressiva porque não são realizadas campanhas de trânsito mais eficazes. Por sua vez, os pedestres têm preguiça de caminhar 15 ou 20 metros e atravessar na faixa de segurança. Desobedecer ou burlar é o nosso negócio. Tanto motorista quanto pedestre no Brasil não respeitam as regras de trânsito. 

Curso de Educação para o Trânsito, ministrado por Irene Rios, em Goiânia


Curso realizado em Goiânia nos dias 15, 16 e 17 de julho de 2011.



Depoimentos dos participantes
 
Recomendo, principalmente para quem está recentemente na atividade de educador para o trânsito. (Afonso José Terra)

Através do material utilizado, desperta nos participantes motivação e aprendizagem, tanto com a professora, quanto com os participantes. (Alessandra Regina de Paula)

Recomendo para professores. Transmissão clara e objetiva, de maneira simples, informações de grande porte, que capacitam nossos conhecimentos. (Eliana Rodrigues)

O conteúdo é muito bom. É prático e aplicável aos diversos públicos. (Emmerson Kran)

Recomendo o curso porque sempre é bom estarmos interagindo com temas referentes ao nosso trabalho. As trocas de experiências são muito ricas. (Fernanda)

Recomendo pela troca de conhecimento e aprendizagem entre os participantes e a palestrante. (Jesuíno Santana de Oliveira Júnior)

Recomendo para professores multiplicadores porque considero que os temas abordados e a forma de como trabalhar trânsito na escola foi o foco do curso, portanto bem significativo para esse público. (Marília A. Alves de Senna)

Com certeza, recomendo, pois quem está entrando nessa área e ainda não tem muita noção ou noção nenhuma, ele embasa bastante, abre um leque de informações e idéias. (Tatiana Tavares Lara)
Recomendo. Toda troca de informações é rica e proveitosa. (Yuri Nery de Assis)

8 de jul de 2011

Alerta sobre o perigo de usar celular ao volante

Estudo da Sociedade Brasileira de Ortopedia mostra que quase 85% dos motoristas têm o hábito, que aumenta risco de acidentes com fraturas graves

 


Rio - Quase 85% dos cariocas já viram motoristas usarem celular ao volante. Entretanto, somente 30% daqueles que dirigem admitem o mau hábito. A conclusão é de pesquisa encomendada pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (Sbot). O estudo, feito com 1.020 pessoas maiores de 18 anos, no Rio e em São Paulo, também analisou o comportamento dos pedestres.


O secretário-geral da Sociedade Mundial de Ortopedia e Traumatologia, José Sérgio Franco, lembra que quando o motorista se distrai no trânsito — pelo uso de celular ou ao trocar estação de rádio, por exemplo —, o risco de colisões com outros carros e de atropelamentos aumenta. A consequência é a ocorrência de fraturas, tanto nos pedestres, quanto nos motoristas. “Tornozelo, joelho e fêmur são as regiões mais atingidas. Mas coluna, punho e crânio também podem sofrer danos, tanto em quem é atropelado, quanto em quem está dirigindo quando acontece a batida”, afirma Franco.

De acordo com o médico, o trauma pode ter consequências irreversíveis. “Traumatismo craniano leva a danos cerebrais, fratura na coluna danifica a medula, e braços e pernas podem ficar tortos”.


O estudo será apresentado hoje no XXV Fórum Internacional sobre Prevenção de Acidentes de Trânsito e é base da campanha nacional contra o uso de celulares ao dirigir, a ser lançada também hoje pela Sbot.


Maioria não olha ao atravessar rua

 
Quem não está de carro também é responsável pela ocorrência de acidentes. A pesquisa da Sbot mostrou que conversar, ter pressa e falar ao telefone algumas atitudes comuns dos pedestres ao atravessar a rua. E isso, de acordo com José Sérgio Franco, é tão perigoso quanto se distrair ao volante.

“O pedestre que atravessa a rua entre os carros, além de demorar mais para fazer o trajeto, ainda corre o risco de ser atropelado por uma moto”, afirma o secretário-geral.
O estudo mostrou ainda que o pedestre carioca corre mais riscos que o paulista pois é mais distraído. No Rio, mais de 70% não olham para os dois lados da rua antes de atravessar. Já em São Paulo, o número cai para 59%.

Disponível em: http://odia.terra.com.br/portal/cienciaesaude/html/2011/7/alerta_sobre_o_perigo_de_usar_celular_ao_volante_176083.html - Acesso em 08/07/2011.

Lei proíbe comércio de incentivar motoboy a correr

AE - Agência Estado

Lanchonetes, restaurantes e pizzarias estão proibidos a partir de agora de deixar de cobrar pelos produtos caso a entrega na casa dos clientes demore além do prazo estipulado. A nova regra é o ponto principal da Lei 12.436, que entrou em vigor ontem e prevê punição para estabelecimentos que "incentivarem" seus motoboys a andar em alta velocidade para fazer entregas no menor tempo possível.

O texto da nova lei prevê multas de R$ 300 a R$ 3 mil para empregadores ou contratantes de serviços de motoboys que estabelecerem "práticas que estimulem o aumento da velocidade". O objetivo é combater práticas de estabelecimentos comerciais que estipulam limites no tempo de entrega para atrair o cliente.
O Habib?s, por exemplo, promete a entrega dos produtos em 28 minutos. Se o limite é excedido, não é preciso pagar pelo serviço de entrega nem pelo produto. A rede de pizzarias Domino?s afirma que o prazo máximo para a entrega é de meia hora - para pedidos de até cinco produtos e dentro da área de entrega.

"Depois de denúncias que eles cobravam dos meninos (motoboys) pelo atraso, ficamos em cima e hoje isso não acontece. Mesmo assim, eles pressionam para a empresa não ter prejuízo", diz o presidente do sindicato dos motoboys de São Paulo, Gilberto Almeida dos Santos.

O Habib?s informou que seu corpo jurídico estava reunido na noite de ontem para analisar a abrangência da nova lei e, nos próximos dias, deve pronunciar-se sobre se mudará ou não suas práticas. A Domino?s também afirma que a lei é recente e ainda desconhecida e a empresa vai se manifestar após definir uma posição.

Outras práticas que passam a ser proibidas, segundo a lei, são o oferecimento de prêmios por cumprimento de metas e ações que estimulem a competição entre os motoboys para aumentar a quantidade de entregas feitas em um dia.
 
Dados da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) mostram que 478 motociclistas morreram em acidente de trânsito no ano passado na capital paulista. Desse total, apenas 52 eram motofretistas, mais conhecidos como motoboys, segundo a indicação dos parentes. Mas esse número pode ser maior, pois nem todas as vítimas tiveram as profissões identificadas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
 

Você topa ser gentil?

O trânsito é quase uma praça de guerra, mas cresce o número de pessoas e instituições que levantam a bandeira da tolerância e da paciência na direção.




Não faz muito tempo que os jornais trouxeram mais uma notícia de morte causada por uma briga de trânsito: um motoqueiro e o motorista de um carro se desentenderam depois de uma simples batida,numa das avenidas mais movimentadas da cidade de São Paulo. O motoqueiro acabou sendo baleado e morreu, vítima de um enredo que tem vários pontos de semelhança com muitas outras tragédias que, de tempos em tempos, ganham espaço no noticiário: motoristas discutem por causa de uma colisão ou de uma fechada, segue-se uma perseguição. Saldo: morte.
 
Não foi a primeira e provavelmente não será a última. Diante de episódios como esses, mais uma vez nos deparamos com algumas reflexões: por que o trânsito se tornou um espaço para destilarmos tanta ira? Por que, mesmo quando saímos de casa para um domingo feliz, poucos quarteirões adiante podemos fazer um inimigo mortal? Por que nos despimos de nossa gentileza e cordialidade antes de pegar no volante de um carro?

Há uma unanimidade quando a questão está em debate: precisamos tornar o trânsito mais humano e, para isso, não seria nada mal levar mais gentileza para as relações que obrigatoriamente tecemos com estranhos enquanto guiamos nosso carro por vias públicas. Ceder espaço para que outro carro entre na nossa frente, esperar pacientemente que um pedestre mais lento atravesse a rua, não sair por aí disputando com outros carros quem arranca primeiro ao abrir o sinal, ter tolerância com barbeiragens alheias...
 
Inspiradas nessa ideia do poder da gentileza, várias campanhas têm surgido espontaneamente na sociedade, pedindo mais cordialidade no trânsito. Uma delas, idealizada pela seguradora de carros Porto Seguro, intitula-se “Trânsito Mais Gentil”. “A ideia surgiu da percepção de nossas próprias equipes de que a intolerância no trânsito vem aumentado. Pensamos no que poderíamos fazer, que não fosse centrado no respeito às leis, mas sim no comportamento das pessoas”, explica Tanyze Marconato, gerente de marketing da seguradora.
 
O movimento é apoiado por campanhas publicitárias, ações de rua, ações interativas na internet e promoção de descontos na renovação ou contratação de seguro para quem não possui pontos na carteira de habilitação. Inicialmente lançada em São Paulo e depois estendida para todo o Brasil, a campanha tem colhido saldos muito positivos, com milhares de motoristas adotando o adesivo do movimento e muitas discussões em torno do tema nas redes sociais.

“A falta de gentileza entre pessoas, em qualquer situação, é um fator que contribui para o desgaste das relações interpessoais. Em contextos que já significam uma maior tensão emocional, como no trânsito, a falta de gentileza é mais facilmente interpretada como grosseria e pode desencadear respostas agressivas”, observa João Gabriel Marques Fonseca, médico e músico, professor da Faculdade de Medicina e da Escola de Música da UFMG, que tem se dedicado a programas de promoção da saúde e controle do estresse.


4 de jul de 2011

Curso de Formação para Professores Multiplicadores de Educação para o Transito, em São Bernardo do Campo - SP.

Ministério das Cidades e Denatran lançam nova campanha de trânsito



O período de férias se aproxima, e é quando a circulação de veículos cresce significativamente, aumentando, também, o risco de acidentes. Com o objetivo de reduzir as ocorrências de trânsito no período das férias de julho, o Ministério das Cidades, por meio do Departamento Nacional de Trânsito – Denatran, lança mais uma campanha nacional pela redução da violência no trânsito: a PARE, PENSE, MUDE.

A iniciativa faz parte do movimento PARADA – Pacto Nacional pela Redução de Acidentes no Trânsito e está enquadrada na meta firmada com a OMS – Organização Mundial da Saúde. Preconizada pela Assembléia Geral das Nações Unidas para a Década de Ações para a Segurança no Trânsito (2011–2020), a meta prevê uma redução em até 50% das mortes ocasionadas pela violência no trânsito nos próximos 10 anos.

Uma meta que já começa a ser perseguida com sucesso, como foi constatado durante o feriado de Corpus Christi deste ano.  Houve uma redução de mortes, acidentes e feridos comparados ao mesmo período do ano passado, em rodovias federais, de todo o país. O número de óbitos reduziu em 35%, mesmo com o crescimento de 9,28% da frota de veículos registrado entre maio de 2010 e maio de 2011, segundo dados do Denatran.

A campanha PARE, PENSE, MUDE Tem início hoje, 30/06, com o objetivo de conscientizar todos os brasileiros sobre a necessidade de mudança do comportamento das pessoas no trânsito. A mudança de atitude de cada um pode fazer do trânsito um espaço de convivência mais pacífico e seguro.

Pesquisas do Ministério das Cidades indicam que a atitude normal das pessoas é culpar os demais pelos problemas no trânsito. De acordo com as 2.000 entrevistas, 3 em cada  4 brasileiros se enxergam como solução, em vez de problema no trânsito. E consideram não ser necessário mudar suas atitudes.

Observa-se que a maioria dos problemas é atribuída às práticas dos “outros” e quase nunca à própria conduta ao volante, nas ruas e calçadas. Apenas quando indagados de forma objetiva sobre certas atitudes (como o uso do cinto no banco traseiro, o respeito aos limites de velocidade, a preocupação em beber e dirigir, o uso da faixa de pedestre, etc.) é que alguns reconhecem falhas e passam a se ver mais como problema do que como solução.

Apenas os motoristas de carro vêem em seus iguais o “principal adversário”. Ciclistas e motociclistas acham que a culpa costuma ser dos motoristas de carro. Já os motoristas profissionais culpam os ciclistas.

Segundo o Ministro das Cidades, Mário Negromonte, “para melhorar o comportamento no trânsito é preciso da sensibilização de toda a sociedade e dos agentes públicos”.

O conceito da campanha é: “O trânsito só muda quando a gente muda”.

A iniciativa contará com comerciais veiculados nas TVs, rádios, anúncios em revistas e internet e redes sociais.

O Ministério também considera importante ocupar os espaços exteriores de grande circulação de pessoas e veículos.  Para isso estão programadas mensagens educativas nos postos de gasolina, pedágios, paradas de ônibus, parabrisas de taxis e ônibus e outdoors em avenidas e estradas para orientar os motoristas que sairão de férias.

O Ministério das Cidades também disponibiliza o endereço www.rotasdascidades.com.br, que traz informações sobre roteiros e condições das rodovias.

O lançamento da campanha contará com o apoio de empresas, entidades representativas, da Polícia Rodoviária Federal e de Detrans.



Mais informações,
Assessoria de Imprensa – Denatran
(61) 2108-1602

Disponível em: http://www.denatran.gov.br/ultimas/20110630_decada.htm - Acesso em 04/07/2011

3 de jul de 2011

Confirmado o local do curso EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO COM QUALIDADE, em Goiânia.


 Data: 15, 16 e 17 de julho de 2011.
Sexta feira e sábado: das 08h às 12h e das 14h às 18h.
Domingo: das 08h às 12h.
Local: Hotel Maione - Av. Primeira Radial, nº 643 - St. Pedro Ludovico - Goiânia – GO - CEP 74820-300 - Fone: (62) 3250-2800 - http://www.hotelmaione.com.br/?link=home

Participações confirmadas das cidades de: Boa vista / RR - Contagem / MG - Goiânia / GO - Jussara / GO - Luís Eduardo Magalhâes / BA - Palmas / TO - Pontalina / GO e Santa Luzia / MG.

Carga Horária: 25 horas / aula.

Vagas Limitadas!

Objetivos
Aprimorar o conhecimento sobre métodos e técnicas educativas de trânsito, para o desenvolvimento de palestras, aulas e campanhas educativas, a fim de que sejam usadas as linguagens e os recursos adequados ao foco e ao público alvo, propiciando maior interesse e aprendizagem.

Programa do Curso

Educação para o trânsito: Qualidade ou faz-de-conta?
  • Educação para o trânsito e aprendizagem.
  • Planejamento, desenvolvimento, continuidade e avaliação de atividades educativas para o trânsito.
Trânsito e Valores
  • Equilíbrio emocional, responsabilidade, respeito, cooperação, solidariedade, honestidade, autonomia e vida.
Educação de trânsito para crianças e adolescentes
  • Por que, o que, quem e como educar para o trânsito.
  • Literatura, contação de histórias, fantoches e vídeos.
  • Desenho, brincadeira, música e vivência.
  • Como elaborar e trabalhar com paródias educativas para o trânsito.
Educação para o trânsito na escola
  • Diretrizes Nacionais da Educação para o Trânsito (portaria 147/2009 - DENATRAN).
  • O trânsito como tema transversal na escola.
Comunicação e trânsito
  • Elementos da comunicação.
  • Dicas de oratória para palestras e aulas de educação para o trânsito.
  • Funções da Linguagem.
  • Campanhas Educativas para o Trânsito.

Metodologia e Recursos Educativos: Dinâmicas individuais e de grupo, exposição de motivos, exemplificação, slides, imagens, músicas, vídeos, exercícios práticos e muito mais.

Veja como foram os cursos em:

·         Rio de Janeiro - RJ: Clique aqui!
·         São Paulo - SP: Clique aqui!
·         Salvador - BA: Clique aqui!
·         São José – SC: Clique aqui!

Docente
IRENE RIOS, Formada em Letras Língua Portuguesa, especialista em Ambiente, Gestão e Segurança de Trânsito e em Metodologia de Ensino; Professora universitária de Educação para o Trânsito, Campanhas Educativas de Trânsito e Educação de Trânsito para Crianças e Adolescentes; Autora de artigos e livros na área de Educação para o Trânsito.

Investimento: R$ 395,00 (trezentos e noventa e cinco reais)

Incluso: material didático e Coffe Break

Os participantes receberão certificado de participação.

Forma de pagamento
Depósito: Banco do Brasil - Agência: 2638-7 - Conta: 38842-4
Favorecido: EDUTRANEC – Educação para o Trânsito e Eventos Culturais.


Empresa
EDUTRANEC – Educação para o Trânsito e Eventos Culturais Ltda. Me.
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Curso de Gestão de Trânsito - 2011


1. Apresentação do curso 


O curso de Gestão de Trânsito foi elaborado para ter a duração de 30 horas (2 horas em média por unidade). O curso será disponibilizado sem tutoria e os cursistas, independentemente da formação de grupos ou turmas, poderão iniciar os estudos a qualquer momento.
1.1   Objetivo
Atualizar os profissionais que atuam no SNT.
1.2   Público alvo
Gestores e profissionais que atuam nos órgãos e entidades do SNT.
1.3   Carga horária

30 horas
1.4   Período
Ao se inscrever no curso de Gestão de Trânsito o aluno terá o prazo de 60 dias para concluí-lo. 
   
Conteúdo Programático 
  • Unidade 1 - O TRÂNSITO BRASILEIRO 
  • Unidade 2 - O SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO
  • Unidade 3 - GESTÃO DE TRÂNSITO: FUNDAMENTOS E PRINCÍPIOS 
  • Unidade 4 - GESTÃO MUNICIPAL DE TRÂNSITO
  • Unidade 5 - CONVÊNIOS 

Cadastre-se na Escola Vitual e acesse o curso de Gestão de Trânsito