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30 de jan de 2011

Não posso ler tanta notícia de acidentes e ficar calado

O Coordenador de Trânsito de Ijuí, Ubiratan Machado Erthal, enviou ao final da tarde deste domingo, 30, um e-mail ao Portal www.ijui.com onde afirma: "Caro professor Hilário! Não posso mais ler tanta notícia de acidentes e ficar calado. Por isso, resolvi escrever ao Ijuhy.com. Pensei primeiro em comentar na própria matéria do acidente na ERS 344, mas achei que o texto ficaria muito extenso. Então pensei em postar no leitor repórter e não consegui. Neste sentido, resolvi escrever ao senhor, para que insira o texto abaixo, onde o senhor achar oportuno. Um grande abraço e sucesso, sempre! Ubiratan Machado Erthal - Coordenador e Autoridade de Trânsito - Especialista em Trânsito: Mobilidade e Segurança". Leia abaixo o seu texto:

Domingo, 30 de Janeiro de 2011 Infelizmente, INFELIZMENTE, mais um acidente mortal em rodovias de nosso Estado termina com a vida de jovens e de famílias inteiras. O que fazer para isso ter um fim? Educar desde as séries iniciais? O caminho é longo, mas é o que tem que ser feito. Nossa, fico me perguntando, por que somos assim, nunca acreditamos que se estiver de cinto, em velocidade compatível, com o carro em dia, sóbrios, descansados, é bem melhor para dirigirmos e estaremos nos prevenindo de acidentes? Achamos que isso é tudo bobagem, que nada pode acontecer. Até o dia em que acontece. 

As estatísticas nos mostram que os que mais morrem em acidentes são jovens entre 15 e 28 anos de idade, sendo também este o público que mais se envolve em acidentes, justamente por se encontrarem na fase de que acreditam terem super poderes e que nada lhes acontece. Infelizmente, acontece sim. Por favor, não quero aqui achar culpados, por que acredito que muitos fatos levam a um acidente e aqui não temos informações suficientes para dizermos quais as causas deste acidente, mas estatísticas revelam que mais de 50% dos acidentes é por falha humana, 40% dos acidentes que envolvem jovens na faixa entre os 15 e 28 anos, tem envolvimento de bebida alcoólica. Então fica simples de percebemos que falta mesmo é educação.

Aqui em Ijuí temos o PROHUMAT que desenvolve vários projetos nesta área, mas existe apenas a partir de 2009, e os resultados deverão ser colhidos muito adiante. Isso se o programa tiver continuidade, necessária para que as gerações futuras sejam mais conscientes.

Roberto da Mata, antropólogo, autor do livro "Fé em Deus e Pé na Tábua ou porque o trânsito no Brasil enlouquece", em uma passagem do livro conta uma anedota em que náufragos estão em um barquinho com pouca água e comida, e dois deles se desafiam a fazer com que os demais se joguem nas águas do mar. Então um diz pro outro: - quer ver como faço o inglês pular? - pela honra da rainha da Inglaterra deves pular.... Em segundos o inglês postou-se em posição de sentido, prestou continência e disse: - Pela rainha, eu pulo. Aí o naufrago disse para o americano: - Sabia que se você pular sua família receberá uma indenização milionária? Não deu 10 segundos e o americano estava no mar. Então o outro olhou para o naufrago e disse: - e agora, como vais fazer, é um brasileiro? - Ah! Esse é fácil, veja só. Então virou para o brasileiro e disse: - Sabia que existe uma lei que é proibido pular na água? Mal o naufrago tinha terminado de falar, o brasileiro já tinha se atirado. Moral da história: Nós brasileiros não gostamos de cumprir leis, achamos que nunca são pra nós, são sempre para os outros, mas não para mim que tenho um carrão importado, que sou bem sucedido, isso é bobagem. 

É isso, segundo Da Mata, o individualismo que faz com acidentes ocorram com tanta freqüência no Brasil e torna o nosso trânsito um caos. Ou seja, as pessoas acham que podem tudo quando estão dentro de um veículo, não acreditam na lei. Então para que cumpri-la. Precisamos muito, mas muito ainda de educação e mudanças de atitude com relação ao trânsito para mudarmos este triste quadro. Quantos ainda precisarão morrer para fazermos alguma coisa? Será que é preciso que alguém próximo a mim morra em acidente, ou fique com seqüelas irreversíveis para que eu faça alguma coisa? CHEGA DE ACIDENTES! CHEEEEGA!!!!!!!!!!!!!!! 

Não adianta só cobrarmos e esperarmos que as autoridades façam algo, precisamos mudar nossos hábitos, nossos costumes com relação ao trânsito. Isso sim fará a diferença. Uma professora do DENATRAN em um curso em que participei nos contava que quando venceu o prêmio Volvo de Educação para o Trânsito, ganhou como prêmio uma viagem à fabrica da Volvo na Suécia. Ficou abismada com a educação de todos em relação ao trânsito e perguntou para uma pessoa como eles faziam a educação para o trânsito nas escolas. A pessoa lhe disse que não tinham educação para o trânsito nas escolas, especificamente, pois eles não precisavam educar para o trânsito, pois já educavam para a vida, então todos sabiam que o cumprimento às regras de trânsito faz parte do respeito à vida. Lá, segundo a professora do Denatran,quando nasce uma criança, os pais já saem do hospital com o bebê conforto para o transporte no carro. Então, a criança já cresce com essa cultura de segurança. 

Pois é, temos muito ainda o que avançar para alcançarmos este grau de consciência. Na Alemanha, foi questionado qual era a punição para quem realizasse uma conversão proibida, como por exemplo, uma conversão proibida à esquerda. O alemão respondeu: - Não há punição, pois é proibido! E perguntou se no Brasil tinha punição e ouviu a resposta de que sim, tinha punição. - Então pode fazer conversão proibida? Disse o alemão. Pode né, desde que pague a multa, se for flagrado. É o jeitinho brasileiro do tudo pode, do levar vantagem em tudo. Pois é, isso demontra o quanto ainda precisamos mudar nossas atitudes, realmente.

Fonte: http://ijuhy.com/noticia-ler.php?id=26825 - Acesso em 30/01/2011

Cidade cria sistema perfeito para evitar congestionamentos

Nossos repórteres foram até a gelada Noruega pra mostrar um lugar onde esse sistema já funciona. Tente pensar no dia em que os carros da sua cidade vão poder conversar uns com os outros. Um trânsito inteligente, com zero de multas e zero de acidentes. Nossos repórteres foram até a gelada Noruega pra mostrar um lugar onde esse sistema já funciona. E pode acreditar --aos poucos, ele está chegando ao Brasil. São Paulo, bairro Vila Santos. Todos os dias o programador de dados Washington Barbosa sai para trabalhar com uma certeza. “Cada vez a gente tem que sair mais cedo e chega mais tarde”. O percurso entre a casa e o trabalho é de cerca de 20 quilômetros. Às 7h15 o Fantástico pega uma carona com o programador. Com pouco mais de quinhentos metros rodados, em um ponto do trajeto, já começa a fila de carros. São quase sete milhões de veículos registrados na capital. Se todos formassem uma fila, ela seria três vezes maior do que a costa brasileira, que é de pouco mais 7,3 mil quilômetros. As férias reduzem o número de carros circulando, mesmo assim, Washington fica ligado no rádio, para saber se precisa mudar o percurso. “Se ele fala que tem qualquer coisa na Marginal, eu já vou para Sumaré ou passo pela Lapa”, conta Washington. A pressa pode significar infração. Só em 2009, mais de 6,2 milhões de multas foram aplicadas na cidade. “Você está prestando atenção no farol e se esquece de olhar o velocímetro, aí o radar te pega”, explica. Depois da sucessão de sinais, temos sorte: o trânsito segue sem problemas. Às 8h30 chegam à empresa em que ele trabalha. “Começo o dia arrebentado”, reclama. A maior cidade do país tenta controlar os congestionamentos, com restrições a caminhões e com rodízio de veículos. “Isso vem tirando até hoje 20% dos veículos, por finais de placa”, conta o Irineu Gnecco Filho da CET-SP. Até pouco tempo se acreditava que só as ruas e avenidas de uma cidade precisavam ter mais inteligência. Agora o modelo é outro: “Hoje o inteligente será o carro”. Veja o teste dessa inteligência que está sendo feito na Noruega. A partir de 2011 o Brasil seguirá por este caminho, por conta de uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito. Trondheim, em norueguês, quer dizer "terra dos fortes". Mas não é pela força dos habitantes que a cidade chama a atenção. Com mil anos de história, ela tem um pé no futuro, ou melhor, quatro rodas no futuro. A cidade não parece muito grande, mas tem quase um carro por habitante. Ao todo são 120 mil pessoas dirigindo por ruas não muito largas. O campo de testes ideal para novas tecnologias. Trondheim se transformou na cidade do trânsito perfeito. O mundo está de olho em Trondheim por causa de caixotes verdes espalhados pelas ruas que você pode ver no vídeo. É um sistema de comunicação sem fio. Com ele, os carros formam uma comunidade. O engenheiro Knut Evensen, que desenvolveu a tecnologia do projeto, diz que os carros vão cooperar com os outros carros, vão cooperar com o sistema à beira das ruas, das estradas e com o escritório. O que ele chama de "escritório" é qualquer órgão interessado no bom andamento do tráfego. Dentro do carro, fica um computador pouco maior do que a tela de um GPS. Só que ele faz muito mais do que mostrar o caminho. O sistema envia um sinal, e o computador detecta: no lugar exato em que é preciso frear, surge na tela uma placa virtual: ‘cuidado: escola’. Quando o carro passa por uma estação, recebe o aviso com o horário do próximo trem. Outros carros mandam mensagens automáticas em caso de acidentes e engarrafamentos. A cabine do pedágio não existe mais. A taxa é calculada de acordo com o percurso. E o carro também conversa com ele mesmo. Quando passa em frente a um posto, já sabe se tem combustível para chegar até o próximo. Se não, ele avisa: é hora de abastecer. Na cidade do trânsito perfeito, ninguém fica dando volta procurando vaga para estacionar. Quando o carro está chegando perto do estacionamento, o sistema já mostra se tem vaga ou não. O motorista consegue fazer a reserva de uma vaga na hora e o sistema começa a mostrar o caminho até a vaga, que vai estar sempre aqui esperando pelo carro. Em 2013, uma parte do sistema já vai estar implantada na Europa e nos Estados Unidos. Graças a ele, nos dicionários do futuro a palavra carro vai significar um computador sobre rodas. No Brasil, o chamado Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos vai usar um chip como o que pode ser visto no vídeo, que é menor do que um grão de arroz e vai conter todas as informações sobre o veículo. O chip pode vir em adesivos ou em uma placa eletrônica. Na hora do licenciamento, um deles vai ser colado no vidro. A partir daí não é preciso fazer mais nada. Cada vez que o motorista passar por um leitor em ruas, avenidas ou rodovias vai transmitir e pode receber informações. Ele trocará informações usando antenas. Na capital paulista, estão previstas cerca de 2 mil delas. “Dará uma condição de pesquisa em tempo real, online, da velocidade do veículo, do volume de veículo, da origem e destino desses veículos”, diz o funcionário da CET-SP. O chip também pode ajudar a prevenir furtos e roubos de cargas e veículos. “Eles passam a constar no sistema, e todas as antenas que estão nas rodovias e nas cidades ficam sabendo desse evento, e elas podem avisar às autoridades locais”, conta Dario Thober do Centro de Pequisas Wernher Von Braun. A implantação do chip está prevista para começar no segundo semestre de 2011. A previsão é de que até o fim de 2014, toda a frota brasileira esteja licenciada com o chip. Fonte: http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1644854-15605,00.html - Acesso em 30/01/2011

Eles querem a chave do carro


Mesmo sem idade adequada para dirigir, adolescentes insistem em usar os veículos dos pais. 21% dos curitibanos com 14 anos já dirigiram carro. 

Carolina Gabardo Belo, especial para a Gazeta do Povo Pais são colocados à prova em inúmeros lares brasileiros por um mesmo motivo há anos: filhos adolescentes que já sabem dirigir insistem em sair com o carro da família para ir à escola, shoppings, festas. Vencidos pelo cansaço ou adeptos à cultura de que os filhos devem aprender a dirigir desde cedo, há pais que acabam cedendo à pressão e liberam a chave do veículo. Forma-se, assim, uma combinação (adolescente + direção) que tem tudo para gerar complicações. 

No ano passado, 63 jovens com menos de 18 anos foram apreendidos e encaminhados à Delegacia do Adolescente por estarem dirigindo pelas ruas de Curitiba. Em metade dos casos, os adolescentes foram responsáveis por acidentes, segundo o Batalhão da Polícia de Trânsito (BPTran). Entretanto, esses números não demonstram a dimensão do problema. Pelo menos 21% dos adolescentes curitibanos com 14 anos que frequentam a 8.ª série do ensino fundamental já dirigiram um veículo motorizado. O dado faz parte da Pesquisa Nacional de Saúde Escolar, conduzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE ) em 2009. 

O índice em Curitiba é maior que a mé­­dia nacional de 18,5% e a estimativa dos especialistas é que nas idades que compreendem o ensino médio (15 a 17 anos) o número seja ainda maior. Permitir que adolescentes dirijam veículos contraria a legislação. 

O Código de Trânsito Brasi­­leiro estabelece que o processo de habilitação só pode ser iniciado aos 18 anos de idade do futuro condutor, com participação obrigatória em um curso de formação. A determinação não coloca em dúvida a capacidade e a habilidade dos adolescentes de manobrar o veículo, mas a maturidade em lidar com a dinâmica do trânsito. “Qualquer chimpanzé consegue dirigir um carro. O problema não é mexer com a máquina, mas tomar as decisões. Dirigir é uma coisa, conduzir é outra completamente diferente”, exemplifica o especialista em trânsito Celso Alves Mariano. 

 De acordo com estudiosos e profissionais da área, os adolescentes até podem apresentar melhor desempenho de visão ou reflexo, mas eles ainda não dominam as negociações básicas do trânsito nas ruas, como relacionamento com outros motoristas e pedestres e o cumprimento da legislação. A necessidade de ser admirado pelo grupo que faz parte e a vontade de se envolver em situações desafiadoras, comuns na adolescência, também representam um risco para o desempenho dos jovens no trânsito. 

Cúmplices 
Quando são os pais que autorizam os filhos a assumir a direção, são deixados para trás a legislação que proíbe a prática, a preocupação com os riscos que o trânsito oferece, assim como a autoridade paterna em garantir aos jovens a prática da cidadania. Na avaliação de Mariano, essa situação reflete a falta de prioridade dada ao trânsito pela sociedade. “A educação começa em casa e a responsabilidade dos pais ou responsáveis é impedir que os adolescentes tenham acesso ao carro.” O sociólogo e especialista em educação para o trânsito 

Eduardo Biavati considera que os pais são, nesses casos, “os cúmplices da violência em uma permissão negociada pelas famílias”, quando familiares mais velhos mantêm a tradição de ensinar os jovens a dirigir. “Já vi muitos pais desesperados porque seus filhos se envolveram em acidentes graves, mas foram eles mesmos que entregaram a chave do carro”, critica. E como resistir à pressão? Os especialistas acreditam na reflexão conjunta, com pais e filhos, sobre a importância e a gravidade que o trânsito representa. 

Entram nesse debate o questionamento sobre a direção por adolescentes, quais os eventuais problemas que podem acontecer e se todos – jovens e famílias – estão preparados para as graves consequências. “Os pais estão preparados para saber que seu filho se machucou ou foi o causador de um grave acidente?”, provoca Mariano. Neste momento, o papel dos pais é impor limites ao jovem, conforme afirma a psicóloga especialista em trânsito 

Adriane Picchetto Machado. “Esta é a maior dificuldade, muitos pais não sabem dizer não e impor limite aos filhos”, diz. “É como se dizer não fosse contraindicado na formação, mas isto organiza a vida em sociedade e o trânsito é de todos." 

Fique atento!

Na hora de convencer os pais a permitir a saída com o veículo, os adolescentes usam diversas estratégias:

Distância
– “É só uma voltinha. Vou aqui do lado, na padaria. Já volto.” 

Maioridade
– “Daqui a uns meses/dias eu completo 18 anos. Não faz diferença.” 

Exemplo 
– O fato de os pais não respeitarem leis de trânsito pode desencadear comentários, como “Já que o pai não segue a lei, eu também posso dirigir sem ter idade para isso”.

Amigos
– “Meu amigo já dirige e não teve problema.”

O que diz a lei O Código Brasileiro de Trânsito proíbe a condução de veículos por menores de 18 anos. Saiba o que fazer para não fugir do que a legislação determina: - Para participar do processo de habilitação o candidato a condutor deve ter 18 anos ou mais. - Dirigir sem ter carteira de habilitação ou permissão para dirigir é considerado infração gravíssima, passível de multa e apreensão do veículo. - Os adolescentes flagrados na direção, assim como seus pais ou responsáveis, estão sujeitos ao cumprimento de medidas socioeducativas

Interatividade
Como os pais devem agir quando os filhos insistem em dirigir o carro da família? O que você acha dos pais que ensinam os adolescentes a conduzir? Escreva para leitor@gazetadopovo.com.br 

Fonte: http://www.jornaldelondrina.com.br/brasil/conteudo.phtml?id=1091609 - Acesso em 30/01/2011

25 de jan de 2011

Projeto: AGIR no Município

Palestras com ACÁCIO GARCIA e IRENE RIOS.  

Objetivos Proporcionar aos participantes conhecimentos que os motive a praticar com eficiência a liderança e a oratória. Oferecer-lhes possibilidades de programar seus pensamentos e ações, baseados nas teorias da programação neorolinguística, para que sejam bem sucedidos no trabalho e na vida pessoal. Demonstrar a importância de atitudes éticas e de prevenção para a preservação ambiental e a segurança no trânsito. 
 
Público Alvo Pessoas interessadas nos conteúdos abordados. 

Conteúdos abordados 
• Motivação e Relacionamento Humano. 
• Liderança e o Trabalhar em Equipe numa Administração. 
• Dicas de oratória: aprenda a falar bem. • Cerimonial, Protocolo, e Etiqueta Municipal. 
• Programação neurolinguística: aprenda a programar seus pensamentos e suas ações. 
• Educação ambiental e ética. 
• Segurança no trânsito, o que temos com isso: educação para o trânsito e cidadania.  

Carga Horária 20 horas  

Sobre os Palestrantes  

ACÁCIO GARCIA
• Palestrante internacional na área comportamental; 
• Mestre em oratória; • Professor de Cerimonial e Protocolo;
• Procurador Federal aposentado; 
• Possui especializações em: Psico-pedagogia; Desenvolvimento Gerencial; Recursos Humanos; Gestão em Marketing e Escola Superior da Magistratura de SC;
• Autor dos Livros e DVDs: 1. Como Falar em Público com Naturalidade e Entusiasmo; 2. Vença a Timidez de Falar em Público; 3. Histórias e Frases de Efeito para uma Apresentação em Público; 4. Como se tornar o Servidor Público Nota 10!; 5. O Cerimonial e o Protocolo Municipal; 6. Como tornar o meu município mais motivado para um trabalho em equipe; 7. Como transformar problemas em soluções.
Site: http://www.acaciogarcia.com.br/ 

IRENE RIOS
• Especialista em Meio Ambiente, Gestão e Segurança de Trânsito e em Metodologia de Ensino;
• Professora da disciplina de "Educação de Trânsito" no CESUMAR (Educação a Distância), "Educação de Trânsito para Crianças e Adolescentes", no CEAT – Centro de Estudos Avançados e Treinamento – São Paulo – SP;
• Professora das disciplinas de "Educação no Trânsito" e "Campanhas Educativas de Trânsito" na UNIVALI – Universidade do Vale de Itajaí - SC;
• Coordenadora do projeto "Educação Continuada de Trânsito", no município de Palhoça - SC;
• Consultora de Educação para o Trânsito no município de São José – SC;
• Possui 23 anos de experiência em educação, sendo sete em Educação para o Trânsito;
• Autora dos livros: "MANUAL PARA MOTORISTA com agenda", "QUEM? EU? EU NÃO! E outras crônicas de trânsito", “ACREDITE! EXPERIMENTE! Técnicas para usar a Lei da Atração e ser feliz” e "TRANSITANDO COM SEGURANÇA: Educação para o trânsito".

Solicite um orçamento! 

Contatos: E-mail: agir.municipio@gmail.com  Fone: (48) 3246-8038 (48) 9944-9448

Convite para combater um inimigo invisível

CANSAÇO MATA - TENHA TEMPO PARA UMA PARADA
No estudo "Morte no Trânsito - Tragédia Rodoviária" - realizado em 2009, detectamos que o cansaço é inimigo invisível dos motoristas brasileiros, causando provavelmente 20% dos acidentes e mais de 30% das 35.000 mortes que ocorrem todos os anos nas rodovias brasileiras. O motorista cansado demora mais a identificar uma situação de risco e reagir. Em muitos casos, quando dorme ao volante, sequer reage. São comuns os acidentes sem marca de frenagem. As conseqüências são dramáticas, pois quanto maior a velocidade maior o risco de vítimas fatais. Na Austrália estudo das autoridades de trânsito comprovou que o cansaço dos motoristas era responsável por 16% dos acidentes e por 30% das vítimas fatais. Na França, estudo finalizado em 2008, depois de 4 anos de investigação, identificou que os acidentes por cansaço representam 15% do total e 34% dos acidentes fatais ocorridos nas auto-estradas. O que estimulou a Associação de Concessionárias de Rodovias da França a realizar campanha de conscientização dos motoristas que teve início no mês de novembro de 2009. Há seis anos que o Departamento de Transportes do Reino Unido está realizando a campanha "o cansaço mata". No Reino Unido, os acidentes ocorridos em rodovias com motoristas cansados representam 20% do total e provocam 50% a mais vítimas fatais que a média dos outros motivos. Nos EUA, em agosto de 2003, o estado de New Jersey foi o primeiro a considerar crime o acidente provocado por motorista cansado, que está sujeito, no caso de vítimas, a pena de 10 anos detenção. Está em fase final na Câmara dos Deputados e no Senado americano a aprovação da liberação US$ 30 milhões para o NHTSA, órgão responsável pela segurança nas estradas para estudar os acidentes causados por cansaço e desenvolver um cronograma de ações para reduzir esses acidentes. Estima-se que, somente nos EUA, ocorrem 100.000 acidentes por ano com motoristas cansados. Numa pesquisa realizada em 2009 com 2.239 policiais americanos e canadenses, 88% reconheceram que abordaram motoristas que supunham estarem alcoolizados. Concluído o processo, apuraram que, na verdade, esses condutores estavam dirigindo cansados. Portanto, não deixe que esse inimigo coloque em risco sua vida, a de seus familiares ou de terceiros. Na hora de pegar a estrada, a trabalho ou passeio, siga algumas dicas que são recomendações valiosas e que foram selecionadas por especialistas brasileiros e extraídas das campanhas bem sucedidas em todo o mundo. Observá-las e aplicá-las vai ajudá-lo a combater esse inimigo da vida e amigo da morte: O CANSAÇO NA DIREÇÃO 10 Dicas para combater esse inimigo: 1 Antes de viajar procure dormir bem
2 Nunca viaje cansado
3 Evite dirigir mais que 8 horas por dia
4 Planeje a viagem para evitar dirigir a noite
5 Descanse 15 minutos a cada 2 horas de direção
6 Em viagem prefira alimentos leves
7 Evite viajar sozinho
8 Reveze com outro motorista a condução do veículo
9 Pare sempre que sentir cansaço e durma se puder
10 Não beba nem tome remédios que afetem os sentidos
Por Rafael izidorio Ferreira

22 de jan de 2011

Arranhei meu carro

Arranhei meu carro. Um arranhão bobo, nada muito sério, em um sinalizador horizontal de posto de gasolina, em uma bela manhã de sol. Mas, em se tratando de distração, nada deixa de ser sério, pois em vez de um sinalizador, poderia muito bem ter sido o joelho de um transeunte. Onde foi que eu errei? Em três pontos básicos que, como consultor da Fenasdetran, deveria já saber de cor: 

Tão perigoso como o álcool, são os medicamentos que prejudicam o estado de alerta: nessa manhã, eu estava ainda sob o efeito de fortes medicamentos descongestionantes para a gripe, que deixam o sujeito um pouco zonzo. Claro que esses medicamentos sempre trazem o alerta de evitar o uso de equipamentos. Alguém lê e leva a sério? Nem eu levei.

Com uma menor percepção de risco, nos expomos mais ao mesmo: manhã de sol, praticamente apenas eu no posto de gasolina, sensor de aproximação de ré, câmera de ré. Com tanta segurança, para que se preocupar? Justamente pela sensação de segurança, o indivíduo é levado a compensar uma maior exposição ao risco, ou menor preocupação com o ele, como coloca o pesquisador canadense Gerald Wilde, em sua obra Target Risk, e o escritor Tom Vanderbilt, em seu livro ''Por que dirigimos assim?''.

Síndrome do Comandante do Titanic: com mais de duas décadas de experiência ao volante, por que eu iria me preocupar com uma simples manobra de ré, em um posto de gasolina, em uma manhã de sol? A questão da idade vai ao encontro de recente matéria da Folha de São Paulo, com novos dados de Vanderbilt, acerca do perfil de quem bate o carro: ''Os estatísticos descobriram, porém, que um homem dirigindo sozinho tem uma chance maior de se acidentar do que com uma mulher no banco de passageiros. Ninguém sabe direito o motivo. Uma hipótese é que ele seja mais cuidadoso porque quer protegê-la. A outra, talvez mais provável, é que a mulher incomoda tanto o sujeito com gritos de ''cuidado!'' que ele se rende ou para o carro e manda ela descer, em um cenário mais raro. Esse fenômeno é tão sério que o Exército israelense resolveu treinar soldados do sexo feminino para atuar, nas palavras deles, como ''tranquilizadoras'' dos soldados homens em deslocamento e evitar mortes não se sabe se eles ficaram exatamente ''tranquilizados'', mas o número de mortes caiu.'' Arranhei meu carro. Mas, fortaleci minha atenção, e compartilho com você para que também o faça. Paulo Ricardo Meira Doutor em Marketing e Consultor da Fenasdetran 

Fonte: http://www.perkons.com.br/?page=noticias&sub=opiniao&subid=613 - Acesso em 22/01/2011

17 de jan de 2011

Trânsito no Brasil

Desafios à efetivação do direito de ir e vir e permanecer vivo.
Luís Carlos Paulino proporciona, nesta obra, uma viagem a diversos aspectos do trânsito brasileiro. Ao fazer a leitura tive a oportunidade de transitar pelo passado e pelo presente dos meios de transportes, das rodovias, da legislação e da educação para o trânsito. Com uma linguagem ricamente fundamentada por especialistas, o autor nos convida a todo momento a fazer reflexões sobre as causas, as consequências e as soluções para a violência viária. O livro vem acompanhado do Código de Trânsito Brasileiro. Vale a pena conferir!
Informações: transitoseguro@hotmail.com

Educação para o Trânsito em 2011

No desenvolvimento de trabalhos de educação para o trânsito nas escolas é importante:  

1. Discutir com os profissionais do seu departamento a fim de decidir e planejar as ações educativas para o trânsito, o público alvo, o cronograma, os recursos humanos e os recursos financeiros. 

2. Elaborar propostas educativas para o trânsito para serem apresentadas na secretaria de educação e nas escolas. 

3. Fazer contato com a secretaria de educação para apresentação e discussão das propostas. 

4. Apresentar aos professores as propostas aprovadas pela secretaria de educação no início do ano para que eles possam inserir no plano de curso das disciplinas curriculares.

5. Realizar curso de capacitação para os professores. 6. Oferecer materiais educativos aos professores e alunos. 7. Acompanhar, orientar e avaliar o trabalho educativo nas escolas.  

Conheça nossas propostas!  

A) Curso de Capacitação de Professores em Educação para o Trânsito 

Métodos e técnicas de educação para o trânsito nas escolas  

Carga horária: 08 horas  

Público: turmas com até 50 participantes 
 
Objetivo Proporcionar ferramentas aos educadores a fim de sensibilizá-los sobre a necessidade e possibilidade de adoção de medidas preventivas e permanentes, principalmente no tocante à mudança de atitude, e com isso, contribuir para a segurança e paz no trânsito.  

Conteúdo Programático
- Educação para o Trânsito: o que temos com isso? 
- Educando crianças e adolescentes para o trânsito. 
- Educação para o Trânsito baseada em valores; 
- O trânsito como tema transversal nas escolas. 
 
Promoção 

Curso de Capacitação + 500 livros TRANSITANDO COM SEGURANÇA: Educação para o trânsito, de Irene Rios, com 124 páginas ilustradas, composto por quatro narrativas infantis e letras de quinze paródias. As narrativas enfatizam informações relacionadas ao comportamento do passageiro de ônibus, do ciclista, da criança no automóvel e do pedestre. Indicado para crianças de 7 a 10 anos + 30 CDs com a gravação das paródias, vídeos, slides e sugestões de atividades. Valor: R$ 7.800,00

Observação: Despesas com a locomoção e hospedagem da docente a combinar.

B) Consultoria em Educação para o Trânsito.  

Solicite um orçamento!  

• Planejamento, acompanhamento, orientação e avaliação de programas educativos para o Trânsito nas escolas.
• Planejamento, aplicação e avaliação de campanhas educativas para o trânsito.
• Cursos de capacitação 
• Palestras 
• Desenvolvimento de materiais educativos para o trânsito. 

C) Sou Educado no Trânsito

Solicite um orçamento!  

Apostila para professores, composta por 25 planos de aulas de educação para o trânsito, contendo sugestões de atividades contextualizadas com os livros didáticos que serão usados em 2011. Apostila para alunos, composta por atividades contextualizadas com os livros didáticos que serão usados em 2011, para serem utilizadas em 25 aulas de educação para o trânsito. Leia mais no artigo Educação para o Trânsito Contextualizada com Livros Didáticos.  

Docente:
Irene Rios  
• Especialista em Meio Ambiente, Gestão e Segurança de Trânsito e em Metodologia de Ensino. 
• Escritora, palestrante e Consultora na área de Educação para o Trânsito. 
• Professora universitária de Educação para o Trânsito e de Campanhas Educativas de Trânsito. 
• Com 24 anos de experiência em educação, sendo 8 em Educação para o Trânsito. 
Currículo: http://lattes.cnpq.br/0363235000015600 
Blog: http://educacaoparaotransitocomqualidade.blogspot.com/ 
Facebook: http://pt-br.facebook.com/people/Irene-Rios/100000812216916  

EDUTRANEC - Educação pra o Trânsito e Eventos Culturais
Fone: (48) 3246-8038 (48) 9944-9448 E-mail: ilhamagica@ilhamagica.com.br

15 de jan de 2011

7º Congresso Brasileiro de Trânsito e Vida e 3º Internacional

Dias: 5, 6 e 7 de outubro 2011 Cidade: Natal - Rio Grande do Norte - Brasil TEMA CENTRAL: AÇÕES DE SEGURANÇA NO TRÂNSITO, Com ênfase em três grandes áreas: 1. Plano Nacional de Ações de Segurança no Trânsito; 2. Educação para o Trânsito, Transversalidade e a Formação de Condutores e de Profissionais que atuam em atividades relacionadas ao fenômeno trânsito; 3. Legislação de Trânsito e ações relacionadas a Motociclistas, Ciclistas e Pedestres Inscreva-se aqui! Informações: http://transitoevida.com.br

12 de jan de 2011

Por que educar crianças e adolescentes para o trânsito? O que ensinar?

Reflexões de Irene Rios

CESVI BRASIL orienta como salvar o carro de alagamentos

Página Publicada em: janeiro, 11 de 2011 as 2:52 pm. Na Categoria: Dicas do Cesvi Com o grande volume de chuva nesse verão, muitos motoristas têm enfrentado alagamentos nas vias que resultaram em danos aos veículos, e até mesmo situações de risco à vida. Por isso, o CESVI BRASIL (Centro de Experimentação e Segurança Viária) apresenta, abaixo, dez recomendações para o motorista preservar o veículo em áreas alagadas. 1. Caso o motor morra durante a travessia, jamais tente dar a partida, mantenha-o desligado e remova o veículo até uma oficina. Diante da possibilidade de admissão de água, essa prática reduz o risco de danos causados ao motor por um calço hidráulico. 2. Observe a altura do nível de água do trecho alagado, a maioria das montadoras estabelece uma altura máxima para essas travessias, não podendo exceder o centro da roda. 3. É prudente que o veículo, durante o alagamento, seja dirigido em baixa velocidade, mantendo uma rotação maior e constante ao motor, em torno de 2.500 RPM, o que diminui a variação do nível da água e seu respingar junto ao motor, dificultando sua admissão indevida e a contaminação de componentes eletroeletrônicos, melhorando a aderência e a dirigibilidade do veículo. 4. No caso de veículos equipados com transmissão automática, a troca de marchas deve ser feita manualmente, selecionando a posição “1”. Dessa forma, o veículo não desenvolve tanta velocidade, sendo possível imprimir uma rotação maior ao motor. Outra possibilidade é manualmente alternar a troca de marchas entre “N” e “1”, de modo a manter a velocidade do veículo baixa durante o trecho alagado, sem descuidar da rotação do motor, sempre em torno de 2.500 RPM. 5. Alguns veículos automáticos oferecem como opcional o ajuste da tração, conhecido como “WINTER” ou “SNOW”. Embora sua função seja a de conferir maior segurança durante trechos de baixa aderência, como neve ou lama, evitando que o veículo patine graças ao bloqueio do diferencial, também deve ser utilizado durante alagamentos, pois beneficia o controle da velocidade do veículo e da rotação do motor. 6. Mantenha a calma nos casos em que, durante a travessia, sejam constatados sintomas como o aumento de esforço ao esterçar (direção hidráulica), variação na luminosidade das luzes do painel de instrumentos, alertas sonoros, flutuação dos ponteiros, luzes de anomalia da injeção eletrônica, bateria e ABS (se disponível) acesas, aumento do esforço ao acionar os freios e interrupção do funcionamento da tração 4 X 4 (veículos diesel), pois provavelmente todo esse quadro é causado pela perda de aderência entre a correia auxiliar e as respectivas polias da bomba da direção hidráulica, alternador e bomba de vácuo (veículo diesel), sendo, na maioria das vezes, um fato passageiro que não impede a dirigibilidade. Apenas reforce a cautela e mantenha o menor número possível de equipamentos ligados. 7. É recomendado desligar o ar condicionado, reduzindo assim o risco de calço hidráulico. Essa prática impede que alguns componentes joguem água na tomada de ar do motor. Veículos rebaixados e turbinados, na maioria das vezes, apresentam maiores riscos de sofrer calço hidráulico; por isso, é aconselhável manter a originalidade da montadora. Se o veículo estiver nessas condições, redobre a atenção aos procedimentos sugeridos. 8. Para os casos mais sérios de alagamentos, é recomendado preventivamente fazer um check-up, corrigindo, por exemplo, possíveis alterações do sistema de injeção eletrônica, muitas vezes simples e imperceptíveis nessa fase, como maus contatos, mas que posteriormente podem gerar grandes transtornos. 9. Pode haver, entre outros, a contaminação do cânister, do óleo da transmissão, do(s) eixo(s) diferencial(is), no caso de veículos com tração traseira ou mesmo quatro por quatro, o que determina a redução da vida útil dos componentes integrantes desses conjuntos, além de riscos acentuados de falhas na embreagem, suspensão e freios. Para combater os efeitos dessa possibilidade, é recomendável encaminhar-se rapidamente até uma oficina e solicitar a avaliação desses itens. 10. Havendo travessias consecutivas de alagamentos, recomenda-se uma limpeza do sistema de ventilação, pois estará sujeito à contaminação por fungos, microorganismos e bactérias, demandando limpeza de todo o sistema para a utilização segura. Índice aponta danos de enchente em automóveis O CESVI BRASIL desenvolveu um estudo sobre veículos e danos resultantes de enchentes com a finalidade de oferecer um indicativo técnico para toda a cadeia automotiva, e também para o consumidor final. Trata-se do Índice de danos de enchente – ranking que indica e compara a eficiência de cada veículo em manter seu funcionamento quando envolvido em alagamento, garantindo sua mobilidade. A metodologia desenvolvida pelo centro de pesquisa classifica os possíveis danos em função das características mecânicas e eletroeletrônicas dos veículos. A classificação é apresentada em um intervalo de 0,5 a 5 estrelas, podendo intercalar notas com 0,5 estrela (2 estrelas e meia, por exemplo). Quanto maior a nota, menor os riscos de danos de enchente. No site do CESVI BRASIL é possível consultar um comparativo de modelos de veículos com as informações de todos os índices desenvolvidos pelas pesquisas do centro – Índice de Segurança; Índice de Visibilidade; Índice de Danos de Enchente; e CAR Group (compara veículos de uma mesma categoria quanto à facilidade e o custo de seu reparo). Para consultar, acesse: http://www.cesvibrasil.com.br/indices/comparativo.aspx Fonte: http://www.portaldotransito.com.br/dicas-cesvi/cesvi-brasil-orienta-como-salvar-o-carro-de-alagamentos.html - Acesso em 12/01/2011

11 de jan de 2011

O TRÂNSITO NOSSO DE CADA DIA.

Transitando pelas ruas da cidade que resido, Volta Redonda/RJ, me deparei com uma situação comum e que gera riscos constantes de atropelamentos, que são pedestres atravessando a faixa mesmo com a sinalização semafórica verde, ou seja, favorável ao veículo. Quando transitava por uma movimentada rua um pedestre simplesmente atravessou a rua na frente do meu automóvel exatamente como na situação supracitada, e quando fui questioná-lo ele replicou dizendo "sou pedestre, estou na faixa você que tem que parar, o direito é meu, a preferência sempre é do pedestre". Como disse infelizmente esta é uma situação muito corriqueira e ocorre justamente pela falta do ensino da educação de trânsito, mas principalmente pela não divulgação correta e coerente das leis de trânsito. O Código de Trânsito Brasileiro em seu Capítulo VII, artigo 89 diz: " A sinalização terá a seguinte ordem de prevalência: I - as ordens do agente de trânsito sobre as normas de circulação e outros sinais; II - as indicações do semáforo sobre os demais sinais; III - as indicações dos sinais sobre as demais normas de trânsito." Para um melhor esclarecimento o que este artigo diz é que as ordens emanadas o agente da autoridade de trânsito tem que ser cumpridas conforme ele determinar, ou seja, se ele lhe mandar seguir numa via na contramão de direção, por exemplo, você o fará, mas lembrado que sua segurança e dos demais é de total responsabilidade do agente; seguindo os tópicos o segundo diz que havendo uma faixa de pedestre junto com uma sinalização semafórica terá preferência o que indicar semáforo, então lembrado o que muitas pessoas infelizmente esquecem que sinal verde - aberto para o veículo seguir em frente, amarelo - atenção e vermelho - parada obrigatória para os veículos, sendo assim, como no caso que relatei no início do texto, mesmo o pedestre tendo a preferência no trânsito e todos os outros veículos obrigados a cuidar de sua incolumidade, ele como determina a lei terá que aguardar o sinal ficar vermelho para em seguida fazer a travessia. O terceiro tópico nos revela a seguinte situação, caso não haja sinalização semafórica e somente a faixa de pedestre, por exemplo, os veículos são obrigados a parar e dar preferência de passagem ao pedestre. Agora é importante lembrar que o pedestre também faz parte do trânsito e cabe a ele também além de cumprir as leis agir com bom senso, analisando o momento, o tempo e o local correto para se atravessar uma via, pois diversas variáveis têm que ser levadas em consideração como, por exemplo, o fluxo do trânsito, a velocidade dos veículos, a distância dos mesmos, dentre outras. Pois dependendo do tamanho, peso, velocidade e outros fatores um veículo atropela um pedestre não porque o motorista estava desatento, ou correndo demais, como se pensa na maioria das vezes, e sim porque pelos fatores acima citados ele simplesmente não consegue parar o veículo. Então lembre-se, todos nós somos pedestres, temos que cumprir nossos deveres para exigirmos nossos direitos, vou além, para preservarmos nossa vida. Dá próxima vez que for atravessar a rua pense nessas considerações. Por Rafael I. Ferreira Fonte: http://transitoecidadaniabr.blogspot.com/2011/01/o-transito-nosso-de-cada-dia.html - acesso em 11/01/2010

9 de jan de 2011

Ciência do trânsito aponta perfil de quem bate o carro

RICARDO MIOTO DE SÃO PAULO Os americanos estão recrutando alguns dos seus melhores estatísticos para saber quem é o sujeito que bate o próprio carro. Se você está devendo dinheiro e é médico, esses especialistas em ciência do trânsito já olharão feio. Se, além disso, você for um homem que costuma andar sozinho em carros grandes e alugados, meu amigo, os estatístico pedem desculpa, mas precisam dizer: você não tem carteira de motorista, você tem porte de arma. Esse perfil é resultado da análise de milhões de casos em bancos de dados sobre acidentes de carro --americanos amam tanto estatísticas quanto carros, então era mesmo de se esperar que tivessem muito material disponível sobre o assunto. VAI DEVAGAR, AMOR! O preço dos seguros não mente: homens realmente se envolvem em mais acidentes do que mulheres. "Homens parecem particularmente perturbados por dois poderosos compostos: álcool e testosterona", diz o escritor americano Tom Vanderbilt, autor do livro "Por que dirigimos assim?" (Ed. Campus), sobre a ciência do trânsito. Homens são mais agressivos no trânsito, correm mais. Por isso, um homem tem mais do que o dobro de chance de morrer dirigindo do que uma mulher, ainda que elas se envolvam mais em colisões não fatais -pequenas barbeiragens, digamos. Os estatísticos descobriram, porém, que um homem dirigindo sozinho tem uma chance maior de se acidentar do que com uma mulher no banco de passageiros. Ninguém sabe direito o motivo. Uma hipótese é que ele seja mais cuidadoso porque quer protegê-la. A outra, talvez mais provável, é que a mulher incomoda tanto o sujeito com gritos de "cuidado!" que ele se rende --ou para o carro e manda ela descer, em um cenário mais raro. Esse fenômeno é tão sério que o Exército israelense resolveu treinar soldados do sexo feminino para atuar, nas palavras deles, como "tranquilizadoras" dos soldados homens em deslocamento e evitar mortes --não se sabe se eles ficaram exatamente "tranquilizados", mas o número de mortes caiu. No que se refere a profissões, médicos, sejam homens ou mulheres, estão no topo do ranking das ocupações que mais se envolvem em acidentes feito por uma seguradora da Califórnia. Eles só perdem para estudantes --aí mais pela idade. Jovens têm menos experiência e são mais irresponsáveis. A explicação é que médicos, além de terem uma profissão estressante, com frequência dirigem com certa urgência entre um hospital e outro, talvez ao celular. Ninguém soube explicar a altíssima quantidade de arquitetos envolvidos em acidentes, em quarto lugar. Depois de muito refletir, os pesquisadores só conseguiram levantar uma hipótese: vai ver eles se distraem olhando prédios e acabam batendo. Corretores de imóveis talvez batam muito por motivo similar --e eles estão o dia inteiro se deslocando pela cidade, uma hora acontece. No outro extremo, fazendeiros (que dirigem bastante em lugares sem movimento) raramente batem o carro. Independentemente da profissão, gente endividada se envolve mais em colisões. "Você não apostaria na possibilidade de motoristas arrojados serem pessoas avessas ao risco que anseiam por rotina e tranquilidade na sua vida normal, não? É um mantra antigo: um homem dirige como vive", diz Vanderbilt. As pessoas também batem mais carros alugados --elas são, óbvio, mais cuidadosas se o patrimônio for seu. Carros maiores batem mais do que pequenos, pois a sensação de segurança inspira menos responsabilidade. Números assim fizeram o economista da Universidade de Chicago Sam Peltzman tentar explicar por que avanços de segurança (notoriamente a adoção dos cintos) não se transformaram em menos mortes no trânsito: as pessoas passaram a dirigir mais perigosamente. "O aumento na segurança nos carros foi 'compensado' pelo aumento no índice de mortalidade de pedestres, ciclistas e motociclistas. Economistas têm uma velha piada: o instrumento mais eficaz de segurança nos carros seria um punhal instalado no volante e apontado para o motorista", diz Vanderbilt. Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/857124-ciencia-do-transito-aponta-perfil-de-quem-bate-o-carro.shtml - acesso em 09/01/2011

6 de jan de 2011

O início da Década de Ações para a Segurança no Trânsito

A Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu 2011-2020 como a década de ações para a segurança no trânsito. Essa é uma decisão importante, pois mostra o reconhecimento do órgão de que os acidentes de trânsito são um problema de saúde global. Etienne Krug, Diretor do Departamento de Prevenção de Violência e Perdas da OMS, declarou que o momento de agir é agora e que a Década já chega atrasada pois a taxa de fatalidades no trânsito é intolerável. “Além dos 1.3 milhões de mortos, temos de contar os de 20 a 50 milhões de pessoas que se ferem gravemente nos acidentes e que atingem mais os mais vulneráveis – pedestres, ciclistas e motociclistas”. Pessoas entre 15 e 44 anos estão entre as maiores vítimas. Neste período o mundo estará unido para conter ou reverter a tendência crescente de fatalidades e ferimentos graves em acidentes no trânsito. O Brasil está numa situação intermediaria no ranking da violência do trânsito das nações. Segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil possui uma taxa de 18.9 fatalidades por grupo de 100 mil habitantes. Países líderes, alguns europeus e outros asiáticos, registram 5 mas algumas nações africanas e asiáticas chegam a quase 50 mortos por grupo de 100 mil pessoas. As ações para a Década Mundial de Ações para a Segurança no Trânsito devem basear-se nos cinco pilares definidos pela ONU: gestão da segurança no trânsito, infraestrutura, veículos seguros, comportamento do usuário no trânsito e cuidados após a colisão. Entre os comportamentos a serem modificados, os esforços maiores devem ser para o incentivo ao uso do cinto de segurança e às cadeirinhas para crianças, o uso de capacete por motociclistas, a gestão da velocidade e a questão da alcoolemia. Enfim, existe esperança de que as coisas podem mudar. Vamos participar, o Portal, o Blog e a Rádio estão preparando novidades para este ano. Contamos com vocês! Comentários

Nas matérias relacionadas ao número de acidentes no trânsito, não vejo questionamentos sobre a qualidade da formação do condutor nos CFCs. Espero que o DENATRAN seja rigoroso com os DETRANs para que pelo menos cumpram o determinado pelo Código de Trânsito Brasileiro que é fiscalizar e que proiba concessão de CNH para carente. Isso não existe em nenhum lugar do mundo. GILBERTO B. FRANÇA escreveu: O TRÂNSITO NOSSO DE CADA DIA. “DE QUALQUER DEZEMBRO PASSADO ATÉ O CARNAVAL-2011″ • Tudo absolutamente igual, ano após ano, feriado após feriado: os efeitos do álcool; menores ao volante; profissionais “rebitados”, brigas, subornos, multas, etc. Tudo isto é o trânsito nosso de cada dia. • Por que só nos mostram depois do feriadão a imagem do motorista de caminhão que dormiu ao volante colidindo com um ônibus lotado, matando não sei quantos e ferindo outros tantos? • Adolescentes ao volante: irresponsáveis, sempre em alta velocidade, achando que “com ele não acontece”. Famílias chorando a perda de seus filhos queridos aparecendo na “telinha” nos alertando para cuidarmos dos nossos. Mas será que é só isto? E o outro lado, não existe? Aquele dos motoristas exemplares, dos cidadãos conscientes, dos policiais dedicados, da prudência e da paciência? • O profissional do volante dedicado que dirige defensivamente, Por que ele não é notícia? • Cadê a imagem do jovem responsável que bebe e não pega no volante, do jovem que freqüentou todas as aulas no Centro de Formação teórica com bons instrutores depois foi para o prático e realmente aprendeu a dirigir com responsabilidade e respeito?

• Ele existe, ele preserva o trânsito, por que ele foi EDUCADO para isto, ele foi ENSINADO e por mais que ele tente desrespeitar as normas fica difícil para ele, pois ele conheceu as regrasr. Podemos ir mais longe falando do “tiozinho” que não fica somente grudado ao volante do seu Del Rey 90 “atrapalhando” a fluidez do trânsito. • Mas temos o cidadão da “melhor idade” que tem maturidade suficiente para evitar uma discussão, quando um estressado lhe dá aquela fechada, ou então do taxista que além de não atender uma solicitação do passageiro para uma manobra perigosa, (ah vira ali), ele ainda lhe dá uma aula de direção defensiva e legislação de trânsito • Ciclistas, mulheres, idosos e pedestres. Por que não mostramos o outro lado? Uma das questões que precisamos levantar neste ano essa tendência da mídia e dos próprios órgãos de trânsito de enfocarem somente um lado da tão almejada mudança de comportamento no trânsito, (temos inclusive ótimas propagandas publicitárias neste sentido). Mas e o outro lado? • A Psicologia nos comprova que o reforço positivo é tão eficiente quanto à punição. Precisamos valorizar o outro lado do comportamento no trânsito e fugir de estereótipos a questão do comportamento no trânsito vai além das placas de advertência e das “canetadas” do agente de trânsito. • O que a mídia e as instituições ligadas ao trânsito precisam entender é que quando se fala em educação e trânsito podemos encontrar um paradigma duas linhas de pensamento Educação no Trânsito e Educação para o trânsito • Educação no Trânsito: pessoas participando do trânsito com educação. • Educação para o Trânsito: A pessoa foi devidamente formada previamente preparada para isso. • A mídia tem um poder muito forte na formação de opinião, na capacidade de induzir as pessoas, com seus filmes que são repetidos de duas a três vezes no mesmo semestre, suas novelas e seriados os programas jornalísticos que destacam tragédias acidentes, mortes, tragédias isso é mostrado todos os dias. • Acredito que a campanha nacional de “EDUCAÇÃO NO TRÂNSITO” deveria começar mais cedo este ano sendo dedicado os 365 dias para o TRÂNSITO MAIS SEGURO e a mídia ajudaria valorizar o CTB – Código de Trânsito Brasileiro • Qual rede de TV, rádio, meio de comunicação que dedica 30 segundos que seja, para falar sobre EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO, para falar sobre direção defensiva, legislação de trânsito, sobre segurança no trânsito. • Ao contrário de que muitas pessoas pensam educação para o trânsito não é somente para motoristas, ou para aqueles que querem dirigir, é na condição de usuário da via que a pessoa se socializa, vimos no trânsito um local de convivência social. Educar crianças e jovens socializá-los ao trânsito é visto por nós como uma condição necessária e esta primeira formação os trariam novos conceitos e os preparariam educando-os e levando-os para tomada de decisão de ser ou não condutor, de portar ou não, a Carteira Nacional de Habilitação. • Educação no trânsito. Uma aliança com a vida. Nada melhor que a educação para desenvolver as capacidades humanas visando à integração social e a cidadania. C.I.A.T. – Centro Integrado na Aprendizagem de Trânsito. Gilberto Batista de França Instrutor de Trânsito Irene Rios escreveu: Muito bom seu comentário, Gilberto Também defendo essas idéias. Precisamos valorizar os bons motoristas, os bons cidadãos, esses é que devem virar manchete. Para isso, é necessário uma mudança de valores já na infância, aquela criança que comenta com os amigos seus tombos de bicicleta, com orgulho, provavelmente será um jovem que se exibirá em cima de uma moto, um adulto que dará audiência aos programs sensacionalistas dos meios de comunicação, que enfatizam à violência porque é isso que dá ibope. Fonte: http://www.blogdotransito.com.br/?p=904 - acesso em 06/01/2011

Novo diretor do Detran afirma que a meta é educação no trânsito

Cerca de 70% das entradas no HUT e 61% das neurocirurgias do Estado são devido acidentes por imprudência. 

Thiago Vasconcelos assume a diretoria do Departamento de Trânsito do Piauí (Detran) e aposta no desafio de educar os condutores de Teresina. A nomeação do jovem de 27 anos aconteceu na tarde desta quarta feira (05) na sede do órgão. Para o sucesso na administração, o novo gestor defende que vai buscar parcerias com a Secretaria de Educação, Polícia Militar e os Centros de Formação de Condutores. “Temos um desafio, e para vencê-lo precisamos do apoio e parcerias desses órgãos”, afirmou Thiago durante flash ao vivo direto do Detran para o Jornal do Piauí. O maior desafio são os acidentes de trânsito que representa 70% das entradas no Hospital de Urgência de Teresina (HUT) e 61% das neurocirurgias no Estado. 

A meta estipulada é a diminuição desses índices. O plano de trabalho do novo diretor foi baseado em um diagnóstico realizado ao longo dos seis meses em que passou na assessoria técnica do DETRAN. “Temos o diagnóstico em mãos e vamos fazer um planejamento de seis meses, cumprida as metas vamos encaminhar ao governador”, afirma. Thiago informa ainda que os leilões periódicos serão mantidos. “Avaliamos cada caso, mas vamos manter os prazos dos veículos irregulares e, caso não haja regulamentação, serão leiloados. Até mesmo porque nosso espaço é pequeno e não podemos acumular veículos”, reitera. 
 
Perfil  

Thiago Vasconcelos é funcionário de carreira da Caixa Econômica Federal e há cinco anos é filiado ao Partido Socialista Brasileiro, mesmo partido do governador do Estado. Quando Wilson Martins assumiu o governo, em abril de 2010, Thiago assumiu uma diretoria técnica no Detran. Agora, passa a assumir a diretoria geral.  

Flalrreta Alves (Especial para o Cidadeverde.com) redacao@cidadeverde.com 

Fonte: http://www.cidadeverde.com/novo-diretor-do-detran-afirma-que-a-meta-e-educacao-no-transito-70882 - Acesso em 06/01/2011

1 de jan de 2011

Audiência do blog em 2010

Para ampliar, clique nas imagens!
Agradeço a todos que, em 2010, prestigiaram os conteúdos deste blog. Em 2011, vamos fazer mais e melhor!
Irene