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24 de dez de 2009

Projeto Trânsito na Escola

Giovanni Salera Júnior Gurupi – Tocantins Abril de 2009 Detalhes no Link: http://static.recantodasletras.com.br/arquivos/1796406.pdf (acesso em 24/12/09)

Educação para o Trânsito na Escola: Caminhos Possíveis

Equipe da Assessoria de Educação para o Trânsito – DETRAN/RS
 
Responda rápido: ao ouvir a palavra trânsito o que vem a sua cabeça? Que imagens, personagens, elementos surgem em sua mente? Diante de tais questionamentos, a maioria de nós tende a associar o termo trânsito à imagem do automóvel. Ou ainda, associá-lo às placas de sinalização, aos agentes de fiscalização, enfim, aos aspectos mais técnicos/legais e menos humanos. Acontece, também, de pensarmos nas tragédias, nas perdas resultantes do trânsito, diariamente noticiadas pelos veículos de comunicação. É comum, por exemplo, abrirmos o jornal e nos depararmos com o relato de acidentes, muitas vezes envolvendo vítimas fatais. Tais episódios podem não fazer parte de nossas vidas, mas geralmente nos remetem a uma sensação de medo e impotência, fazendo com que não sejam mais uma possibilidade tão distante quanto pensávamos. Há ainda, outras associações possíveis, que advém da forte cultura automobilística na qual estamos inseridos, as quais remetem à velocidade, à competitividade e à agressividade.
Exaltação do automóvel, preocupação com a sinalização/fiscalização, medo da violência, de condutas e valores negativos, eis os elementos que desde muito cedo “inflacionam” nosso imaginário ao pensarmos no tema proposto, limitando o espaço para novos e importantes aspectos. Neste cenário saturado, resta ao ser humano uma restrita área de aparência, já que ao indivíduo é atribuído o papel de coadjuvante no trânsito. Devido à dinâmica das relações pré-estabelecidas entre os participantes do trânsito em seus diferentes papéis, fica evidente que quem possui um veículo, ou está dentro de um, acha-se em maior vantagem, direito e poder. Reserva-se ao pedestre o espaço que sobrar, cabendo a ele, geralmente, submeter-se a isso por ser o partícipe mais frágil nesta esfera.
A redução do indivíduo frente ao grande destaque dado ao veículo pode causar conflitos. Contudo, este não é o único fator capaz de produzir embates. As pessoas são diferentes, têm personalidades únicas e necessidades individuais, e as relações no espaço coletivo são reflexo desta diversidade. Se, o que sobressai neste ambiente são as relações de poder (fortes-fracos, vulneráveis-não vulneráveis, ricos-pobres), o exercício de respeito ao outro fica prejudicado pois, na prática, o individual toma o lugar do coletivo...
Continuação no link:
http://www.vivamais.rs.gov.br/upload/artigo/artigo5.pdf (acesso em 24/12/09)

23 de dez de 2009

Sou Legal no Trânsito

Motorista Legal é Motorista Consciente.

Álcool e Direção

Excelente campanha do Ministério das Cidades. Considero a ênfase na prática de atitudes corretas muito importante.

Nosso cérebro ignora o não, por isso a clássica frase "Se for dirigir não beba", tem resultado em poucas mudanças de atitudes.

Pou outro lado, muitas pessoas são insensíveis à cenas fortes, caso contrário os filmes com cenas violentas seriam um fracasso.

Por isso é preciso buscar outras alternativas, para que consigamos atingir a todos, os sensíveis e os insensíveis. Esta campanha veio para somar!

Conheça mais da campanha no site:

http://www.eusoulegalnotransito.com.br/

Perspectivas 2010 - Trânsito no limite

23/12 - 09:40 - Camila Nascimento, iG São Paulo  

Volta do crescimento e do consumo complica ainda mais problema do transporte nas principais cidades do País
 
Clique aqui e veja os 10 desafios no transporte público

O Brasil, segundo a média de previsões coletadas pelo Banco Central para a expansão do PIB (Produto Interno Bruto), vai crescer 5% em 2010. A turbinada nas projeções dos últimos meses, gerada especialmente pela volta do investimento e consumo, dá o tom no desafio que as cidades terão em relação ao transporte público. “O crescimento aumenta a velocidade da paralisia no trânsito. E hoje o desafio é fazer com que as cidades não parem”, afirma o professor da USP Candido Malta Campos Filho, especialista em urbanismo e arquitetura, em entrevista ao iG. O fato é que o aumento da renda da população, associado a um crescimento desordenado nas metrópoles, pode travar ainda mais a mobilidade nas cidades. Com dinheiro no bolso e incentivos à compra de automóveis, certamente a frota nas ruas aumentará. “O carro tem um atrativo forte, não é apenas um meio de locomoção. O carro representa o sucesso profissional, é uma questão de status, de individualidade”, diz o professor Carlos Alberto Guimarães, da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Unicamp.

Marginal Pinheiros travada em São Paulo Números do Denatran revelam esse crescimento. Até outubro de 2009, circulavam no País 58,5 milhões de veículos. Em 1999, a frota existente era de 27,1 milhões. De acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), em setembro, último mês de isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), as vendas de veículos tiveram recorde mensal, com 308.713 unidades. "Com esse estímulo dado à indústria automobilística, o número de carros cadastrados a mais por dia é da ordem de mil, apenas em São Paulo. Deste total, ¼ anda todo dia pelas ruas. Ou seja, são 250 carros a mais todo dia, em média. Se colocar esses carros em fila, em um ano, para os 600 mil veículos precisariam ser construídas 125 avenidas Paulistas. Isso para os carros parados. Andando precisaria ainda mais. Não tem como atender essa demanda”, enfatiza Campos Filho. Culpar, porém, o crescimento do País ou a indústria automobilística pelo caos seria o mesmo que atribuir à natureza a responsabilidade pela enchente. Pensar em restringir a venda de carros seria abraçar o fracasso. Mas o aumento e o uso da frota dão a clareza da urgência em levar a população para o transporte coletivo. “Restringir a economia não seria inteligente, mas é preciso atuar na restrição do uso de automóveis e garantir um transporte de qualidade e confiável”, afirma Guimarães. 

Efeitos do trânsito  

A urgência se dá pela série de consequências vindas com o transporte urbano público ineficiente. Além dos congestionamentos, que já atingem cidades de médio porte como Campinas, Guarulhos e Uberlândia, as condições desfavoráveis no trânsito levam a pelo menos quatro “deseconomias”: diminuição na produtividade, consumo excessivo de combustível, aumento na emissão de monóxido de carbono (que provoca o crescimento do efeito estufa), impactos negativos na saúde e na qualidade de vida das pessoas.

Segundo estimativas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), por exemplo, apenas São Paulo perde cerca de R$ 33 bilhões, por ano, ou aproximadamente 10% do PIB da cidade, por causa dos congestionamentos. Cálculos da Associação Nacional do Transporte Público (ANTP) mostram que o tempo médio de deslocamento nas cidades com mais de 1 milhão de habitantes é de 42 minutos. Por conta dos gastos e tempo, a região do ABC, na Grande São Paulo, já tem uma área de desindustrialização. “Os custos de logística são muito altos e as empresas estão preferindo se instalar no caminho de rodovia ou em cidades no interior. Uma transportadora que precisa cortar São Paulo, por exemplo, certamente aumentará o preço do frete”, avalia o professor Guimarães.
 
Rede integrada e sobre trilhos

O primeiro desafio para reverter essa situação e suprir as deficiências existentes é a integração dos governos municipais, estaduais e federal na solução do problema. “Os políticos brasileiros têm uma deficiência cultural de enxergar em curto prazo. Eles enxergam apenas por um mandato”, afirma Guimarães. O superintendente da ANTP, Marcos Bicalho, concorda e diz ainda que é preciso que os governos corrijam a falha de anos de se privilegiar o transporte individual. “O país ficou muito tempo com investimentos à míngua. Hoje, temos um modelo suicida, que privilegia o individual”, destacou. O segundo desafio é justamente colocar as grandes cidades sobre trilhos. Especialistas ouvidos pela reportagem do iG concordam que em metrópoles onde a demanda é superior a 40 mil passageiros por hora é preciso investir no metrô. Eles destacam que, apesar do alto custo (1 quilômetro de metrô custa aproximadamente US$ 100 milhões), esta é a principal solução.

Mas nesse aspecto, o País ainda tem muito a explorar, como mostra a comparação da malha metroviária de São Paulo com a da Cidade do México. As duas começaram a ser construídas na mesma época, cerca de 40 anos atrás. Hoje a capital paulista tem 61,3 km de extensão contra 201 km na Cidade do México. Em 2007, o governo de São Paulo deu início ao chamado Plano de Expansão do Transporte Metropolitano, o Expansão São Paulo. Com o maior investimento em transporte público já realizado no País, serão R$ 20 bilhões até 2010, o governador José Serra, possível candidato à presidência pelo PSDB nas eleições do próximo ano, quer quadruplicar a rede sobre trilhos na capital paulista, que passaria a ter 240 km de trilhos, sendo 160 km em forma de metrô de superfície. A integração entre as duas redes – o metrô e os trens de superfície (CPTM) – é também um avanço, já que não há um transporte eficiente sem um sistema integrado. “Não basta metrô, é preciso promover a integração dos sistemas metropolitanos. Isso melhora a qualidade do serviço disponibilizado à população, uma vez que torna a mobilidade na cidade mais viável, e tem ainda a possibilidade de baratear o preço deste transporte”, afirma Rafael Henrique Moraes Pereira, técnico do Ipea. Especialistas também apontam o micro-ônibus como solução para o sistema capilar. 
 
Copa 2014 

Outras cidades, assim como São Paulo, correm na tentativa de reverter anos de investimento baixo. Brasília, a cidade planejada, já alcançou um milhão de veículos licenciados e vive a rotina de congestionamentos. Agora, o governo trabalha em um projeto de expansão. No Rio de Janeiro, o governador Sérgio Cabral vai ampliar em 49 composições o Metrô Rio e a SuperVia, concessionária de trens metropolitanos, até 2014. "Nesses grandes centros, é necessário que haja uma conjugação de projetos de transporte, como corredores de ônibus e linhas de metrôs, compostos de várias tecnologias e agindo de forma integrada", afirma Bicalho. Neste mês de dezembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve detalhar o PAC da Copa. Com o Brasil tendo sido escolhido para sediar o evento em 2014, o governo preparou um Plano de Mobilidade Urbana para as 12 cidades que vão sediar os jogos. Segundo o ministro das Cidades, Márcio Fortes, que em conjunto com outras pastas vai decidir os recursos do PAC, serão destinados R$ 5 bilhões à área de transporte. “Serão escolhidos os projetos que possam ficar como legado para a população”, afirmou Fortes. “Qualquer modal que seja proposto, seja VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), BRT, que são corredores exclusivos de ônibus, ou monotrilho – a operação não é só para os jogos da Copa. É também para o pós-Copa”, acrescentou. Segundo Bicalho, o exemplo de Curitiba, que possui um sistema da década de 1970, pode ser muito eficiente nas cidades-sede menores: o BRT, uma espécie de trem articulado cujas tarifas são cobradas em estações e não dentro dos veículos, como nos ônibus convencionais. Segundo ele, o BRT tem uma velocidade de transporte mais rápida, além de mais regularidade no atendimento. "O BRT tem um baixo custo de implantação se comparado ao metrô, por exemplo. Enquanto 1 quilômetro de metrô custa aproximadamente US$ 100 milhões, o BRT custa US$ 10 milhões", afirmou. O tempo de implantação do BRT também é inferior ao do metrô – o primeiro leva entre 24 e 36 meses para ser implantando, já o tempo do metrô é indefinido. "O de Belo Horizonte está em obra há 27 anos", ressaltou. “A Copa e a Olimpíadas, em 2012, serão oportunidades de investimento. Uma das heranças desses eventos será a melhoria no transporte público. Vale lembrar outras cidades. Barcelona fez uma revolução urbana depois que sediou a Copa”, afirmou Guimarães. 
 
Medidas restritivas 

Mas após anos de crescimento acelerado e desordenado, pensar apenas na melhoria do transporte público não resolverá o problema. “Precisamos agir simultaneamente. Será preciso ter compensações negativas na outra ponta que limite o uso de automóveis”, destacou o superintendente da ANTP. O rodízio de veículos, implantado na cidade de São Paulo em 1997, mostrou-se ineficiente em médio prazo. A aposta dos especialistas em transporte é o pedágio urbano. “Se você fizer um plebiscito hoje, estimo que vai ganhar a restrição crescente dos automóveis, porque a maioria é prejudicada pelos carros”, afirmou o professor Cândido Malta. “O pedágio urbano é uma boa opção, pois ao mesmo tempo desestimula o uso do carro e arrecada-se dinheiro para investir no transporte coletivo”, acrescentou. Cidades que adotaram o pedágio urbano apresentaram reduções de tráfego de 10% a 40%. Em Londres, desde que foi implantando, em 2003, o pedágio tirou do centro cerca de 60 mil carros por dia e os congestionamentos diminuíram 30%. Outro exemplo bem-sucedido é Estocolmo, na Suécia, que reduziu 15% da frota com o pedágio urbano. Outros incentivos à desmotorização que deram certo em outros países são vistos como solução para as cidades brasileiras. Um dos exemplos citados é do de Manhattan, bairro de Nova Iorque, nos Estados Unidos, que optou pela inexistência de estacionamentos para dificultar o uso do carro. Hoje, 75% da população não utilizam automóveis e o modelo vem sendo seguido por cidades europeias, como Munique, na Alemanha. Em Bangcoc, para frear o consumo, a prefeitura aumentou em 300% o imposto para a compra de carro. “A situação é dramática. Até Curitiba já dá sinais de piora. Por isso, além de dar um salto na qualidade do sistema de transporte público, é preciso limitar o uso excessivo de carros”, pondera o consultor da ANTP, Eduardo Vasconcellos. "Ninguém está dizendo para as pessoas não comprarem carros, mas é preciso tirar o incentivo ao uso. Eu defendo que se crie a ‘onda vermelha’, em que o motorista será obrigado a parar constantemente no farol vermelho", brinca o professor Guimarães. "A verdade é que as cidades precisam dificultar o tráfego do motorista, criar restrições. Mas vale destacar que as restrições só fazem sentido se o governo tiver trabalhando para ter medidas concretas. Fazer isso como medida isolada não adianta", afirmou. "E quem pensar grande e resolver a questão do transporte público terá capital político para ser presidente, pois já estamos no limite e não podemos ficar o tempo todo em situação de emergência".
Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/perspectivas2010/2009/12/23/transito+no+limite+9253233.html (acesso em 23/12/09)

13 de dez de 2009

Que Pressa, Luana!

Para colorir Autora: Irene Rios da Silva Ilustrações: Bruno M. de Oliveira Público alvo: crianças de 04 a 06 anos. Tema: pedestre Trecho da obra
LUANA MORAVA COM SEUS PAIS E SEUS IRMÃOS.
ELA ESTUDAVA E TRABALHAVA EM DOIS LUGARES.
POR ISSO VIVIA CORRENDO, NÃO REPEITAVA OS SINAIS DE TRÂNSITO E NÃO CUIDAVA DA SUA SEGURANÇA.
Criança, principalmente na idade de 04 a 06 anos, adora colorir. Aproveitando esse interesse, adaptei as narrativas do livro Transitando com Segurança, imprimindo as ilustrações em preto e branco e inserindo um resumo dos textos em letras maiúsculas.
Irene Rios

11 de dez de 2009

Manual para mães e pais preocupados com os filhos

Publicação: 11 de Dezembro de 2009 às 00:00 Uma das cenas mais comuns no trânsito das cidades brasileiras é a de pais sentados nos bancos dianteiros do automóvel corretamente presos ao cinto de segurança, enquanto as crianças, atrás, estão soltas. Uma cena que, no mínimo, nos leva a pensar que esses pais não amam seus filhos, visto que, em um acidente, os adultos terão muito mais chances de sair ilesos, enquanto que as crianças serão arremessadas, podendo, inclusive, ser jogadas para fora do carro.

Para prevenir situações desse tipo, entrou em circulação no Brasil há alguns anos, um guia intitulado “Segurança no Transporte: Crianças e Gestantes”. Tem como co-autores especialistas da Abramet e da Sociedade Brasileira de Pediatria. Sua utilidade é tão grande que o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) encaminhou para a gráfica 300.000 unidades, que foram entregues a entidades e órgãos de trânsito de todo o País. A “Cartilha” explica, por meio de alguns conceitos básicos de física, os riscos que uma criança sentada no banco traseiro do carro sem o cinto de segurança sofre em caso de acidente ou freada brusca. A partir daí, mostra a necessidade do uso de cadeirinhas especiais e descreve as maneiras corretas de utilizá-las.

Há, também, uma seção demonstrando as aplicações de acessórios, como o “booster”, criado para transportar aquelas crianças que não cabem mais nas cadeiras específicas; uma sobre transporte escolar e outra explicando como uma gestante deve se portar dentro do carro e quando estiver ao volante. Todo o texto é acompanhado de ilustrações. O conteúdo do manual trata de uma preocupação antiga das autoridades de trânsito, qual seja: a educação para o uso de cadeirinhas e com a segurança das crianças. Cartilhas desse tipo deveriam ser editadas e distribuídas nas escolas de Natal. Elas cumpririam um papel essencial na conscientização sobre “segurança”. Por demorar a dar resultado, esse tipo de trabalho depende de muita ajuda. Por isso, a “cartilha” é fundamental.

Elas são entregues às crianças, que acabam passando o conhecimento para os pais. Outra forma de distribuição: em blitzes educativas espalhadas pelas estradas e na cidade.

Direitos

Vale salientar, que não há cobrança de direitos autorais daqueles que desejarem bancar a distribuição da “cartilha”. Entidades interessadas podem solicitar um CD ROM com o manual pronto par ser impresso no site da entidade http://www.abramet.org.br/. O ideal é que ela seja divulgada. Qualquer pessoa ou empresa que quiser imprimir terá acesso a ela e poderá colocar seu logotipo na mesma.  

Fonte:

8 de dez de 2009

Levar jovens à educação dá prêmio e paz nas ruas

Terça-feira, 08 de dezembro de 2009 - 03:53 Pelo segundo ano consecutivo Edney Giuriati recebe ouro pelo trabalho
Graziela Delalibera Especial para o BOM DIA Ele tem 26 anos de ofício. Conhece como a palma da mão todas as rotas alternativas da cidade e se orgulha de ser destaque entre os colegas de profissão. Edney Giuriati, 61 anos, transportador escolar já está na segunda geração. “Agora transporto alguns filhos de estudantes que eu levava quando eram crianças”, diz, orgulhoso. O condutor foi premiado na última quinta-feira pela Secretaria de Transportes. Ele levou o selo Ouro pelo segundo ano consecutivo, dentro do Programa “Bom Motorista”, direcionado aos transportadores escolares que atuam em Jundiaí. “É uma satisfação imensa ganhar esse prêmio por dois anos. E ajuda na profissão porque dá maior credibilidade na hora de os pais escolherem o transporte escolar para os filhos”, afirma, sem falsa modéstia. Atualmente, a prefeitura possui 401 condutores cadastrados, dos quais 289 aderiram ao programa. Para ser um dos premiados é preciso cumprir várias metas estipuladas pela Setransp (Secretaria de Transportes). Aqueles que tiveram melhor eficiência foram classificados com selos ouro, prata” e bronze. Giuriati trabalha nos turnos da manhã e tarde, com alunos do ensino fundamental. Com tantos anos de profissão, se acha um pouco psicólogo. “Todo mundo quer ir na frente. A gente tem que ter jogo de cintura e achar um jeito de fazer um rodízio entre os de maior estatura.” Outra coisa que aprendeu foi sempre mudar o itinerário. “Nos tempos atuais, a gente não pode ficar visado”, alerta. Para ele, a principal qualidade para ser um bom motorista é a atenção. “Tem que dirigir para você e para os outros.” Ser bom motorista é cultural Apesar da pouca idade, o motorista de ônibus Aroldo Marcio de Lima, 31, tem consciência da responsabilidade que carrega e é outro que coleciona prêmios. Há seis anos na Viação Leme, levou os selos bronze e prata no programa da Setransp que premia condutores do transporte coletivo. “O segredo é muita atenção e paciência. Transportamos vidas e qualquer vacilo já era.” Respeitar as leis de trânsito e as normas da empresa também estão na cartilha dele. “Os motoristas de carro não têm muita paciência com os ônibus. Já cheguei a ser agredido verbalmente no trânsito. Mas nessa hora eu me calo.” Para o especialista em trânsito José Almeida Sobrinho, ser um bom motorista antes de tudo passa pela questão cultural. “É preciso ter responsabilidade e uma formação familiar sólida, para que a pessoa tenha consciência dos seus atos dentro da sociedade.” Em seguida, diz ele, vem o preparo adequado em um centro de formação de condutores, onde se aprenda a dirigir e não seja apenas treinado para passar no exame. Fonte: http://www.redebomdia.com.br/Noticias/Dia-a-dia/6042/Levar+jovens+a+educacao+da+premio+e+paz+nas+ruas (acesso em 08/12/09)

7 de dez de 2009

Vá de bicicleta

27 de novembro de 2009 Cerca de um quarto das emissões de carbono vem dos deslocamentos pessoais. Os veículos motorizados são os principais responsáveis pela emissão de poluentes nos centros urbanos e o uso da bicicleta é um exemplo de alternativa este problema.

O Brasil é o terceiro produtor mundial de bicicletas e o quinto maior mercado consumidor. Você sabia que já temos mais bicicletas que automóveis? A frota estimada de bicicletas é de 60 milhões e a de automóveis, 50 milhões.

Deslocamentos por bicicleta representam quase 6% do total de viagens e é bom salientar que as viagens urbanas de bicicleta já ultrapassam as viagens com o uso do táxi. Qualquer percurso de menos de 3 km é ideal para fazer de bike. 

Infraestrutura 

É "eventualmente" perigoso, mas não é "necessariamente" perigoso andar de bicicleta no trânsito. É preciso que os responsáveis pela mobilidade nas cidades compreendam quais são as necessidades da bicicleta e o que deve ser feito para garantir a convivência da bicicleta com outros veículos.

Um aspecto importante a ser enfrentado na criação de espaços exclusivos para as bikes nas cidades é a resistência dos comerciantes à implantação de uma ciclovia em frente aos seus estabelecimentos, achando que esse tipo de equipamento vai tirar seus clientes, quando, na realidade, estudos feitos no exterior mostram que é oposto: com a ciclovia, o ciclista visita mais a loja.

É de fundamental importância também que sejam criadas campanhas educacionais dirigidas aos condutores de veículos no sentido de que eles passem a observar e respeitar a bicicleta na divisão dos espaços das vias públicas. 

Benefícios gerados pelo uso da bike 

- Melhora a sua saúde gerando benefícios com o exercício físico e o fortalecimento muscular ao mesmo tempo em que diminuem o risco de enfartes; 

- Diminui o nível de estresse; 

- Custa pouco e a manutenção é barata. Não se gasta nada com combustível, seguro, emplacamento, IPVA, estacionamento, revisão periódica. 

- Rapidez. Os constantes congestionamentos fizeram da bicicleta uma excelente alternativa nas cidades; 

- Praticidade para estacionar. Uma boa tranca e um poste já basta para estacionar uma bicicleta. 

- Não polui e não emite ruído; 

- O risco de acidentes é menor que o das motos. 

Pedale com confiança 

- Fique atento para sempre ser visto pelos demais condutores; 

- Use cores claras; - Tenha Cuidado com os pedestres; 

- Posicione-se corretamente a 1 m do meio fio e dos carros; 

- Espere sempre o inesperado; 

- Cuidado extra nos cruzamentos, pois é ai que acontecem os acidentes em sua maioria; 

- Mantenha a calma e seja educado; 

- Mantenha os olhos e ouvidos em alerta para perceber o perigo rapidamente; Com um pouco de treinamento e capacete, qualquer risco que possa advir do uso da bicicleta é contrabalançado pelos benefícios de se manter saudável, ativo e independente. Se você não está pronto para ser um ciclista em tempo integral, comece a substituir alguns de seus percursos por um passeio sobre duas rodas. Não pedale só na academia.

Com a integração, você pode ir de bicicleta até uma estação de metrô ou de trem, ou ainda de um terminal de ônibus, e nesses locais encontrar condições de deixar a bicicleta de forma segura, usando o transporte público para ir trabalhar e voltar até a estação, pegar a bicicleta e retornar para casa.

É recomendável comprar sua bike numa loja especializada que dê assistência na escolha do modelo adequado para você. A bicicleta tem de fornecer segurança e conforto. Compre uma bike de acordo com o seu tipo físico e utilização que você vai dar para ela. Vamos, pegue uma sacola, pedale para ir às lojas da vizinhança e ajude a salvar o planeta. 

Cristina Baddini Lucas Especialista em Trânsito, Consultora do Diário crisbaddini@dgabc.com.br e visite o blog: http://olhonotransito.blogspot.com 

Fonte: http://www.perkons.com/?page=noticias&sub=opiniao&subid=390 (acesso em 07/12/09)

3 de dez de 2009

Especialistas querem priorizar trânsito na agenda do governo

2/12/2009 Participantes de audiência pública realizada nesta quarta-feira (2) na Comissão de Viação e Transportes cobraram mais atenção do governo federal para os problemas de trânsito enfrentados no País, que registra em média 35 mil mortes por ano em acidentes com veículos. Para os deputados Pedro Fernandes (PTB-MA) e Hugo Leal (PSC-RJ), que sugeriram a audiência, e também para o coordenador científico da Associação de Amigos, Parentes e Vítimas de Trânsito (Transitoamigo), Fernando Moreira, o assunto deve estar presente inclusive na agenda do presidente da República. Hugo Leal mostrou-se preocupado com o problema no curto, no médio e no longo prazo. Ele sugeriu que os candidatos a presidente da República assumam a responsabilidade de priorizar o assunto caso sejam eleitos. Pedro Fernandes propôs que a Comissão de Viação solicite já ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a priorização do tema. "O Denatran [Departamento Nacional de Trânsito] e a Polícia Rodoviária Federal não estão recebendo a devida atenção. Tudo sobre trânsito já foi pensado e discutido. Agora, nós precisamos agir", disse Fernandes. Plano nacional A reunião desta quarta foi realizada para discutir medidas de prevenção de acidentes nas estradas e também a criação do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito, prevista no Projeto de Lei 5525/09. O coordenador do Movimento SOS Estradas, Rodolfo Rizzotto, lembrou que uma política nesse sentido já foi publicada em 2004. "Onde ela está? Foi enterrada em alguma cova, pois não está mais no site do Denatran. As estatísticas estão desaparecendo". Em resposta, o diretor-geral do Denatran, Alfredo Peres da Silva, disse que o órgão não esconde dados, mas divulga apenas os confiáveis. Na opinião de Fernando Moreira, esse plano deve ser coordenado pelo governo federal, com envolvimento do próprio presidente da República. Além disso, os órgãos envolvidos com o assunto devem desenvolver suas ações de forma articulada. "Vimos aqui na audiência o Ministério da Saúde, o Denatran, a Polícia Rodoviária Federal e suas ações. Mas isso não pode ser levado de uma maneira voluntariosa por cada órgão. Há que se juntar os esforços sob uma coordenação única, central, para enfrentar esses desafios que são perenes. Precisamos de programas, não de campanhas de carnaval ou de fim de ano", disse. O presidente do Instituto de Segurança no Trânsito (IST), David Duarte, também criticou a falta de articulação da administração pública, em todas as esferas, para combater os acidentes de trânsito no País. Outro problema, em sua opinião, é a fiscalização insuficiente. "O diagnóstico foi razoavelmente feito e sabemos o que fazer para reduzir a violência no trânsito, mas falta articulação e fiscalização. Em Brasília, a cada 10 mil pessoas que falam ao celular ao volante, apenas uma é flagrada", exemplificou. Campanha duradoura O diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, Hélio Cardoso Derenne, recomendou a realização de uma campanha nacional sobre os perigos do trânsito, por até um ano, como principal estratégia para reduzir o número de acidentes nas rodovias brasileiras. Ele advertiu que a campanha deve evitar modelos "românticos" e optar por abordagens mais realistas para conscientizar a população sobre os perigos do trânsito. Derenne ainda sugeriu que a campanha tenha um enfoque específico, como a importância do uso de capacete ou os riscos de dirigir alcoolizado. Acidentes com mortes Autor do projeto que cria o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito, o deputado Beto Alburqueque (PSB-RS), disse que as metas para reduzir os acidentes devem ser definidas em lei. "Se não tivermos na lei o que temos de fazer no ano que vem, voltaremos aqui para reclamar, contar os nossos mortos e continuar sem seguir exemplos bem sucedidos de outros países", disse. Em resposta ao pedido de Albuquerque de prioridade para seu projeto, o presidente da comissão, deputado Jaime Martins (PR-MG), disse que tentará votá-lo ainda neste ano. Por Agência Câmara
Fonte: http://www.newslog.com.br/site/default.asp?TroncoID=907492&SecaoID=508074&SubsecaoID=715548&Template=../artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=005392&Titulo=Especialistas%20querem%20priorizar%20tr%E2nsito%20na%20agenda%20do%20governo (acesso em 03/12/09)

1 de dez de 2009

Comissão define prazo para aplicar recursos de multas de trânsito

A Comissão de Viação e Transportes aprovou há pouco alteração no Código de Trânsito (CTB - Lei 9.503/97), estabelecendo que a aplicação de 5% dos recursos provenientes das multas de trânsito devem ser aplicadas na segurança e educação para o trânsito no exercício posterior ao da arrecadação, e não nos exercícios posteriores (no plural), como constava do texto base substitutivo da relatora, deputada Rita Camata (PSDB-ES), ao projeto de lei (PL 2872/08), aprovado na semana passada. O destaque que alterou o que havia sido aprovado anteriormente foi proposta pelo deputado Hugo Leal (PSC-RJ). Na avaliação do parlamentar, se a redação fosse deixada como estava, os gestores públicos poderiam adiar indefinidamente a aplicação desses recursos. Nesta tarde, a comissão votou os nove destaques para votação em separado, que estavam pendentes desde a semana passada. Com a votação dos destaques, foi encerrada a votação na comissão de Viação e Transportes. A proposta ainda precisa ser votada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania e pelo Plenário. Reportagem - Maria Neves Edição - Newton Araújo Fonte: http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/TRANSPORTE-E-TRANSITO/143552-COMISSAO-DEFINE-PRAZO-PARA-APLICAR-RECURSOS-DE-MULTAS-DE-TRANSITO.html (acesso em 01/12/09)

Aprovada as diretrizes para a Política Estadual de Trânsito

O Conselho Estadual de Trânsito (Cetran-MS) publicou hoje no Diário Oficial do Estado (DOE) a Deliberação de número 136/2009 com a aprovação das Diretrizes da Política Estadual de Trânsito. Mais do que orientações, o objetivo é promover a segurança no trânsito com a preservação da vida, reduzindo índices de acidentes e consequentemente de número de vítimas. A presidente do Cetran-MS, Regina Maria Duarte, explica que as diretrizes foram elaboradas com base na Política Nacional de Trânsito criada em 2004 pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). “Nós precisávamos de diretrizes para nos adequarmos à nossa realidade e desde o ano de 2007 começamos a conhecer a realidade do trânsito dos municípios para a elaboração destas diretrizes. Os órgãos que compõem o sistema de trânsito do Estado deverão planejar e executar seu próprio programa”, explicou. Regina Duarte disse que hoje os programas de educação para o trânsito são muito pontuais e quando o município que conta com o órgão de trânsito elabora um projeto ou ação contínua os resultados são positivos. “Temos ações para a semana do trânsito, que é pontual, mas queremos que o assunto ultrapasse essa semana e que chegue para o comércio, igrejas, rede escolar e devemos contar com planejamentos dos departamentos municipais. A partir de 2010 já vamos começar a cobrar o planejamento e execução destes projetos”, disse. A presidente do Cetran-MS informou também que, dos 78 municípios do Estado, apenas 34 são municipalizados, ou seja, contam com um departamento municipal de trânsito. “Esses municípios, além de elaborar seu planejamento de acordo com as diretrizes da Política Estadual de Trânsito, devem apresentar dados e resultados obtidos. Os documentos devem ser entregues anualmente no mês de março ao Cetran para conhecimento e deliberação”, informou. “Essas diretrizes são muito importantes e este fato é inédito no Estado. Queremos também sensibilizar as administrações municipais para efetivarem a municipalização do trânsito e assim cada cidade terá seus programas para reduzir o número de acidentes. Contamos com o apoio fundamental do Governo do Estado e da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública. Não precisamos de mais leis; apenas da sensibilização da sociedade para a questão da educação no trânsito”, completou Regina. Ela ressalta a importância de projetos voltados para a educação no trânsito e que só tem sentido com a integração de todos. “São projetos que vêm dando certo no Estado, como o programa PARA, elaborado pela Polícia Militar com a participação dos órgãos municipais e das escolas”, lembrou. Este programa desperta na sociedade um novo olhar sobre o trânsito por meio de ações e atividades. A estratégia de ação inicia após levantamento prévio sobre os principais pontos onde ocorreram acidentes de trânsito e estudos nessas vias com a participação de todos inclusive a aproximação entre comerciantes e usuários das vias. Diretrizes O objetivo das diretrizes é fortalecer a Sistema Estadual de Trânsito do Estado para implementar políticas que promovam a educação para o trânsito envolvendo segmentos educacionais, empresariais e religiosos. Outra finalidade é incentivar políticas para o transporte não motorizado, favorecendo a integração com o sistema de transporte e proporcionar a mobilidade, acessibilidade e segurança para todos. Dentro das diretrizes está a segurança de trânsito com diversos tópicos entre eles a coordenação, orientação e apoio e ações voltados à redução do número de acidentes e de vítimas nos trânsitos urbano e rodoviário. As diretrizes também englobam um conjunto de normas dentro da educação para o trânsito com a realização de cursos de formação continuada para profissionais da educação básica de profissionais de trânsito, além de parcerias com universidades para a capacitação destes profissionais. Outro foco da diretriz é garantir a mobilidade e acessibilidade com segurança e qualidade ambiental para a população. Entre outros assuntos, este tópico trata sobre a atuação integrada dos municípios no tratamento do trânsito. Outro destaque da diretriz é para a promoção do exercício da cidadania, a participação e a comunicação com a sociedade. Neste sentido o objetivo é estimular a participação da sociedade para a segurança, educação e cidadania no trânsito, além da sensibilização da opinião pública com a mobilização dos meios de comunicação. Por último, o fortalecimento do Sistema Estadual de Trânsito com o fomento à integração dos municípios ao Sistema Nacional de Trânsito com o objetivo de preservar vidas, diminuir gastos na saúde pública e promover mais segurança no trânsito. As diretrizes com as normas completas podem ser acessadas no Diário Oficial do Estado (DOE) de hoje (01) nas páginas 07 e 08 no seguinte link: http://ww1.imprensaoficial.ms.gov.br/pdf/DO7594_01_12_2009.pdf Fonte: http://www.jptl.com.br/?pag=ver_noticia&id=16280 (acesso em 01/12/19)

Substantivo e Trânsito

Série: 4º ano (3ª série)  

Disciplina: Língua Portuguesa
 
Objetivos: - Identificar e aplicar o plural dos substantivos. - Incentivar a reflexão sobre as atitudes corretas no trânsito. - Estimular a prática de valores positivos.

Conteúdo: Número dos Substantivos

Estratégia: Aula expositiva dialogada e exercícios de fixação.

Atividade: 

O que é substantivo? Palavra que nomeia objetos, sentimentos e qualidades. São usados para designar seres em geral. Ex: O estudante adora viver. Estudante = substantivo  

Número dos substantivos  
Singular: indica um ser de uma mesma espécie  

Plural: indica mais de um ser de uma mesma espécie Ex: O estudante adora viver. O substantivo "estudante" está no singular

Os estudantes adoram viver. O substantivo "estudantes" está no plural. Agora é sua vez! Identifique os substantivos das frases abaixo e reescreva no plural. Lembre que deve haver concordância entre todas as palavras das frases.

1. O pedestre caminha pela calçada e atravessa a rua com segurança. Os pedestres caminham pelas calçadas e atravessam as ruas com segurança.

2. O ciclista pedala na ciclovia. Os ciclistas pedalam nas ciclovias.

3. O passageiro de ônibus respeita o próximo. Os passageiros de ônibus respeitam os próximos.

4. Aquele estudante é pedestre, ciclista e passageiro de ônibus. Aqueles estudantes são pedestres, ciclistas e passageiros de ônibus.

  Irene Rios da Silva

Semav promove campanha permanente de educação no trânsito

Extraído de: Prefeitura Municipal de Presidente Prudente - 5 horas atrás A Campanha Educação no Trânsito promovida pela Secretaria Municipal de Assuntos Viários (Semav) teve início nesta semana. Trata-se de uma campanha permanente que visa fixar a mensagem divulgada na Semana de Educação no Trânsito realizada este ano, de 18 a 27 de setembro. Links Patrocinados Segundo o secretário de Assuntos viários Luiz Abel Gomes Brondi a proposta é colocar mensagens de conscientização sobre a educação no trânsito. O foco da campanha é a mudança de atitude do motorista no trânsito, as atitudes destacadas nas mensagens são: tolerância, solidariedade, convívio, respeito, acordo, paz, sorriso, gentileza, paciência e bom-humor. São 20 faixas com diversas mensagens afixadas postes públicos próximo às principais avenidas da cidade. Cada mensagem fica exposta durante vinte dias. O primeiro mês de campanha leva a mensagem: "No trânsito somos todos pedestres". Conforme Brondi toda cidade é obrigada a investir em educação no trânsito. O título da campanha foi estabelecido pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). "Cada cidade direciona o tema da melhor maneira", frisa o secretário. A campanha é realizada em parceria com a Polícia Militar, 14ª Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran), Corpo de bombeiros, Polícia Rodoviária, Sest/Senat e Porto Seguro, entre outras empresas. Fonte: http://www.jusbrasil.com.br/politica/4230104/semav-promove-campanha-permanente-de-educacao-no-transito (acesso em 01/12/09)